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  • Anonymous: Muito triste meu Deus
  • Anonymous: Manda à conta pra o governador pagar
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  • FALA SERIO: Fala sério…o prefeito ouviu a maioria da sociedade, principalmente jovens?…. Será que ele...
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  • Maurício: O prefeito não é artista meus gosta de live porque não informou depois da reunião do gabinete de crise? Na...
  • BOLA DE CRISTAL ?: Tem gente aí querendo que o médico adivinhe de onde vêm todos os 100% dos seus pacientes? Ora...
  • Janio: Boa.tem muita gente não efetivo, colocados ai pelos senhores vereadores.6
  • Anonimo: gente o prefeito tinha que fazer igual os prefeitos de Itabuna Itambé fizeram decretou por mais15 dias o...
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:: 5/abr/2012 . 13:15

ITAPETINGA: ROSEMBERG PINTO SUGERE SUBSTITUIR ZENÓBIO POR CÍCERO ALENCAR

Rosemberg e Cícero vêm fazendo parcerias em vários municípios, com a aval de Otto

 

ITAPETINGA: Numa tentativa desesperada de amenizar a crise ética que se abateu dobre a administração do prefeito Zé Carlos e que culminou com a decisão do próprio PT em não dar legenda ao prefeito para a sua candidatura à reeleição, o deputado estadual Rosemberg Pinto resolveu entrar em campo, sugerindo a substituição do secretário da fazenda Zenóbio Cirqueira, pivô da crise, pelo ex-prefeito de Itarantim, Cícero Alencar, irmão mais novo do vice-governador Otto Alencar (PSD), que teria aprovado a ‘operação salvamento’.

A proposta, que não chegou a ser discutida com os membros do Diretório Municipal do PT, surgiu no momento mais aguçado da crise, e foi levada ao prefeito Zé Carlos, em sua residência, pelo próprio Rosemberg Pinto e Cícero Alencar. Sem entender o verdadeiro propósito da sugestão, ou dando uma de ‘João sem braço’, Zé Carlos teria oferecido a Cícero Alencar a Secretaria de Planejamento, que continua vaga desde a saída de André Dantas, no final de 2010, o que não foi aceito por Rosemberg, que sabe como ninguém que o único modo de apaziguar os petistas locais e salvar o PT da iminente derrota é a exoneração imediata de Zenóbio e seus colaboradores.

A entrada de Cissão da administração traria, também, o apoio de Otto Alencar, que seria imediato e de suma importância para a administração municipal, neste momento de dificuldades. Vale lembrar que Cícero Alencar e Zenóbio Cirqueira são egressos do falido Banco Econômico, onde as suas relações, segundo se comenta, sempre foram conflituosas.

Por DAVI FERRAZ 

COMEÇOU A PIRRAÇA…

Acordei tarde com uma barulheira danada nos meus ouvidos. Levantei rápido e fui até a porta de casa para ver o que estava acontecendo e estranhei o que vi: um carro com um som altíssimo, tocando uma espécie de pagode, funk ou rap, sei lá, bem em frente da casa do prefeito (meu vizinho), cuja letra da música dizia “é a primeira dama, a mulher do patrão…ela é uma patricinha…” etc, etc. Gosto e sou adepto de uma boa gozação política, mas condeno veementemente este tipo de pirraça, principalmente quando envolvem familiares dos agentes agentes políticos e candidatos, embora reconheça que em época de campanha eleitoral, as gozações são inevitáveis.

OS DEPUTADOS BAIANOS E SEUS FANTASMINHAS

O renomado jornalista político Samuel Celestino, através dos brilhantes comentários postados no Bahia Notícias, destrincha o esquema montado pelos deputados baianos (não só eles) para se beneficiarem com as famosas ‘verbas de gabinete’, via funcionários fantasmas e laranjas, que culminou na ‘Operação Detalhes’ que investiga o deputado estadual Roberto Carlos (PDT).  Vale a pena conferir os comentários intitulados ‘Operação Detalhes – Verba de Gabinete”, aqui nas ‘Quentinhas’ ou no próprio BN. Confira e comente.

VERBA DE GABINETE 1

O que fez o deputado Roberto Carlos, do PDT, senão seguir os procedimentos de há muito generalizados na Assembleia Legislativa? Os “malfeitos” geraram malfeitores de há muito. A regra era e é simples: a famosa verba de gabinete que cada parlamentar recebe tem a serventia que a imaginação alcançar: contratar funcionários, trabalhem ou não, rateá-la com o maior número de funcionários de tal maneira que, juntos, não cabem nos espaços dos gabinetes, gerando, por consequência, os “fantasmas”, ou concentrá-los em número menor. Quando assim acontece remunera-os com salários maiores. A verba é fixa. Contratando oito, o deputado Roberto Carlos conseguiu a divisão dos pães, mas, quem prefere um maior número, passa a sacolinha  recolhendo parte da remuneração, algumas vezes mais do que a metade, de quem foi “beneficiado” com o emprego. Depende da voracidade do parlamentar ou, como dizem, os gastos efetuados nas campanhas eleitorais. Porque a explicação é a mesma: ajudar na campanha do partido.

VERBA DE GABINETE 2

A direção da Assembleia Legislativa tem conhecimento da forma e da prática. Quando questionada – isso quando havia questionamento – a resposta é, ou era, sistematicamente a mesma: esta verba é do parlamentar. Ele a usa conforme a sua necessidade. Roberto Carlos foi pinçado por uma dessas circunstâncias: ter nome de cantor, entender o procedimento como “detalhes” ou se assemelhar a um Tiririca do Nordeste. E o que farão os deputados agora que a Polícia Federal passou a agir? Demitir os funcionários em “excessos”? Lançar a sacolinha com a qual recolhem o dízimo na maré? Ou esperar, na suposição de que se forem prender todos os que praticam o malfeito cerca-se o Legislativo seguindo a ordem do velho samba “quem está fora não entra, quem está dentro não sai?”.

VERBA DE GABINETE 3

A verba de gabinete foi criada em outras épocas. Isso quando os deputados estaduais reclamavam dos subsídios insuficientes. Para não serem aumentados e a majoração cair no ouvido do povo, desmoralizando-os, preferiram o recursos transverso. Não imagine que isso só acontece na Bahia como o precedente aludido pelo sábio velho Octávio Mangabeira. Também está em outros estados e na Câmara dos Deputados, onde explodiram alguns escândalos. Para ser contratado, não precisa de concurso, teste, nada, absolutamente nada a não ser amigo do deputado ou trabalhar como cabo eleitoral. Também não para por aí. Há os casos denominados “fogo cruzado”, cuja marca é o nepotismo. Não sei a quantas andam na AL-Ba porque ninguém diz nada. Como em silêncio ficaram todos enquanto a PF devassava o gabinete de Roberto Carlos recolhendo “detalhes tão bonitos do gabinete”.

VERBA DE GABINETE 4

O “fogo cruzado” funciona com um gabinete contratando um parente de outro deputado que, por sua vez, responde com a generosa reciprocidade, procedendo de igual forma. Vai acabar a verba de gabinete? Não. Vão acabar as nomeações fantasmas? Provavelmente também não. Mas quando mandarem os fantasmas voltarem para seu posto de “trabalho” a Assembleia Legislativa da Bahia irá experimentar uma super-população de funcionários absolutamente desconhecidos. Vai necessitar de um novo anexo.

ZÉ OTÁVIO DIZ QUE NÃO É CANDIDATO E DEFENDE UNIÃO DAS OPOSIÇÕES

 

ITAPETINGA: Durante uma entrevista concedida ao radialista Edilson Lima, na manhã desta quarta–feira (04), o ex-prefeito de Itapetinga, José Otavio Curvelo (DEM), disse que a cidade retrocedeu com a atual administração. Favorito em todas as pesquisas até agora realizadas, Zé Otávio tem se esquivado a todo custo de disputar qualquer cargo eletivo. “Continuo no mesmo pensamento de quatro anos atrás sobre  minha carreira de executivo que se encerrou. Procurei ajudar no que pude”, declarou o líder democrata.

Dr. José Otávio disse ainda que se  a população estivesse acreditado em Renan Pereira nas últimas eleições a situação seria diferente. O ex-prefeito não economizou críticas a atual gestão. Segundo ele o povo depositou confiança no atual prefeito, mas infelizmente o mesmo não correspondeu as expectativas.

Questionado sobre uma possivel união das oposições para compor uma aliança para a disputar as proximas eleições, Dr. José Otávio citou que deve haver uma composição entre a oposição, em relação também as declarações do ex-ministro da integração Nacional Geddel Vieira Lima que teve ampla repercusão na imprensa esta semana. “É possível que haja uma composição, porém que essa união não seja apenas para derrotar o adversário, mas que tenha um projeto político.  A população tem que entender tem que que haver um projeto para que Itapetinga possa voltar a crescer. Infelizmente a cidade está estagnada, o comercio está abalado”, disse ele.

Otávio disse  que na semana que vem o Democratas vai indicar o nome do partido para que possa apresentar na mesa de negociações, ou seja, uma possivel união entre DEM e PMDB para derrotar o atual prefeito José Carlos Moura (PT), que sofre rejeição por boa parte da população e de “companheiros” do próprio partido.

Informações do Itapetinga News



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