Acordei tarde com uma barulheira danada nos meus ouvidos. Levantei rápido e fui até a porta de casa para ver o que estava acontecendo e estranhei o que vi: um carro com um som altíssimo, tocando uma espécie de pagode, funk ou rap, sei lá, bem em frente da casa do prefeito (meu vizinho), cuja letra da música dizia “é a primeira dama, a mulher do patrão…ela é uma patricinha…” etc, etc. Gosto e sou adepto de uma boa gozação política, mas condeno veementemente este tipo de pirraça, principalmente quando envolvem familiares dos agentes agentes políticos e candidatos, embora reconheça que em época de campanha eleitoral, as gozações são inevitáveis.