:: 1/maio/2026 . 10:44
SENADOR MAGNO MALTA PASSA MAL NO SENADO E É LEVADO A HOSPITAL; ASSESSORIA DESCARTA INFARTO

O senador Magno Malta (PL-ES) sofreu um mal súbito nesta quinta-feira (30) e foi atendido inicialmente no posto médico do Senado.
Durante sessão no Congresso Nacional, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, informou que o parlamentar foi encaminhado a um hospital. Segundo ele, a assessoria de Malta descartou a ocorrência de infarto.
“Alguns colegas congressistas estão preocupados com a situação do senador Magno Malta, que teve um mal súbito e está no hospital. Estão comentando nas redes sociais que foi um infarto, mas a assessoria esclareceu que não foi e que ele está sendo atendido”, afirmou Alcolumbre.
Até o momento, não foram divulgados outros detalhes sobre o estado de saúde do senador.
DOSIMETRIA | CONGRESSO DERRUBA VETO DE LULA E AVANÇA PROJETO QUE PODE REDUZIR PENAS DE CONDENADOS PELO 8 DE JANEIRO

O Congresso Nacional decidiu, nesta quinta-feira (30), rejeitar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto conhecido como “PL da Dosimetria”, que trata da redução de penas aplicadas a condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
A análise ocorreu em sessão conjunta, na qual deputados e senadores votam separadamente. Para que o veto fosse derrubado, eram necessários pelo menos 257 votos na Câmara dos Deputados e 41 no Senado — números que foram superados nas duas Casas.
Na Câmara, a derrubada do veto contou com 318 votos favoráveis e 144 contrários. Já no Senado, foram registrados 49 votos pela rejeição do veto e 24 pela manutenção.
A proposta abre possibilidade de revisão das penas impostas a pessoas condenadas por envolvimento nos atos antidemocráticos, podendo alcançar cerca de 280 réus. Entre os possíveis beneficiados está o ex-presidente Jair Bolsonaro, citado no contexto político relacionado aos acontecimentos.
Com a decisão do Congresso Nacional, o texto segue agora para promulgação. O presidente da República tem um prazo de até 48 horas para sancionar a medida. Caso isso não ocorra dentro do período previsto, a responsabilidade passa ao presidente do Senado e, posteriormente, ao vice-presidente da Casa.
Após a promulgação e publicação oficial, a nova legislação entra em vigor. Ainda assim, a norma poderá ser questionada no Supremo Tribunal Federal, que terá a palavra final sobre a constitucionalidade das mudanças.
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