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PREFEITO DE ITORORÓ QUER TOMAR BANDEIRA DE ITAPETINGA

Pela primeira vez em quase três anos de governo, o prefeito Adroaldo, busca realmente um caminho real para fazer a cidade de Itororó crescer. O governo como diz ele, “PARA QUEM MAIS PRECISA” reivindica para Itororó o território do distrito de Bandeira do Colônia que pertence ao município de Itapetinga, incorporando assim, o distrito à geografia  a terra da Carne-de-Sol. O assunto em questão já fora exposto no último sábado, numa reunião do em Itapetinga, resta saber se houve algum combinado do prefeito Adroaldo e seu governo com a população do Bandeira e com o governo de Itapetinga para que ele iniciasse tal medida, afinal são governos amigos, Adroaldo e Zé Carlos são colegas de partido, os mesmos deputados, governador e presidente da republica, portanto se não houve esse “combinado”, tem alguma coisa errada nessa iniciativa.

Sobre a mesa da disputa pelo distrito do Bandeira, os dados foram lançados, as partes interessadas começam a se movimentar em torno dessa mesa. Não sei o que Itororó, leia-se governo, vai alegar para justificar tal reivindicação, menos sei também o que Itapetinga fará para se defender desse ataque inesperado do governo de Adroaldo ao seu amigo e colega José Carlos Moura (se é que podemos dizer: amigo), como diria o velho Marx, Povo do Bandeira, UNI-VOS! Que vai sobrar pra vocês.

Pesa sobre Itororó, um custo social de porte que impõe o limítrofe distrito à cidade, porém do ponto de vista do IDH (Índice de desenvolvimento Humano), da forma em que se encontra o Bandeira, no governo de José Carlos Moura, a situação é infinitamente superior ao que Itororó nesse momento poderá oferecer. A coisa em Itororó tá tão excomungada que, não se iludam da capacidade de reação do povo do Bandeira, que é bem capaz de atravessar a ponte que o divisa de Itororó e tomar Itororó e seus distritos para Itapetinga. Portanto, não sei dizer se estas coisas contam para os tecnocratas e burocratas da geopolítica que vão discutir a questão, já que, no vácuo das discussões sobre com quem fica com o distrito de São José do Colônia, se Itambé ou Caatiba.

O governo de Itororó, oportunista e aparelhado de prerrogativas não muito “católicas” aparece na pequena área como um jogador de futebol, um “romaozinho” tentado a praticar o chamado gol “espírita”. Resta ao juízo popular decidir se a bola vai querer entrar ou não. Se nesse “lance de dados” ou nesse “gol espírita”, Itororó obtiver êxito, o governo do prefeito de Itororó dará um passo importante para o crescimento de nossa cidade, porém,  o povo de todo o Brasil, é sabedor que o governo “revolucionário” de Adroaldo, ampliará a socialização da miséria, de modo que Itororó  alcançará a felicidade essencial e o descanso eterno nos jazigos dourados, construídos pela propaganda e pela ideia feliz de uma nova cidade, um novo mundo.

Na próxima semana apresentarei elementos de ataque e defesa contra ou a favor do novo assunto, que talvez, possibilite ao governo de Itororó, essa épica conquista.

Por MILTON MARINHO

28 respostas para “PREFEITO DE ITORORÓ QUER TOMAR BANDEIRA DE ITAPETINGA”

  • Tranquilo says:

    As autoridades de Itapetinga deveriam realmente liderar uma reação a essa idéia de Itororó. A minha sugestão é que a SEDE do município de ITORORÓ seja transferida para RIO DO MEIO e o nosso Distrito de BANDEIRA incorpore o TERRENO VIZINHO, que seria um BAIRRO de BANDEIRA, que denominaríamos de ITORORÓZINHO.

    Futuramente, em outro governo, o Distrito de Bandeira poderia, com mais capacidade econômica e administrativa, reivindicar a sua independência política e se transformar em um novo Município, INCORPORANDO a área de RIO DO MEIO.

    – E quanto a Itororó?
    – Acaba… Ôxente!!!

    Fica aí a sugestão.

  • GERALDO HABIB says:

    “Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a favor da maconha, mas que não se mobiliza contra a corrupção?”

    (07/07/2011 Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol El País)

    Triste ler isto escrito por um estrangeiro, que com toda propriedade e elegância pôs o dedo em uma ferida que nós brasileiros nos negamos a ver. Uma pena, pois um dia nosso país terá seu belo nome escrito em minúsculas devido a estes pulhas corruptos.

  • GERALDO HABIB says:

    A HISTORIA CONTADA POR QUEM PARTICIPOU. A FALTA DE MEMORIA DESTE PAIS É UMA COISA DOENTIA, E POR CONTA DISSO SOMOS ENGABELADOS TODOS OS DIAS.

    José Serra – O Estado de S.Paulo
    Faz hoje 50 anos que Jânio Quadros renunciou à Presidência, sete meses depois da posse. Fora eleito com mais de 48% dos votos e desfrutava grande autoridade e popularidade. Eu soube que ele existia ali pelos 10 anos de idade. Morava na Vila Bertioga, no Alto da Mooca, à época um bairro da periferia de São Paulo: sem rede de esgoto, nem pavimentação e iluminação na maior parte das ruas.

    Eu acompanhava algo da política por jornal, rádio e xeretando as conversas dos adultos. Lembro-me de quando dona Rosa, mãe do meu melhor amigo, operária quando solteira, disse sobre a eleição para a Prefeitura de São Paulo: “Esse Jânio é sério, diferente dos políticos”. Minha mãe votou nele, cujo rosto só conhecia de um santinho colado no bar da esquina. O tostão contra o milhão! A voz do candidato? Pelo rádio, era estranha, mal-humorada com os políticos, com um sotaque parecido com o do meu professor de Latim.

    Vitorioso, JQ virou figura conhecida: magro, despenteado, vasto bigode, estrábico, terno e colarinho amassados, aparência de quem ainda vai tomar banho. Tive a primeira discordância explícita com meu pai, que não votava por ser estrangeiro, mas passou a detestar o novo prefeito: “Esse aí falava contra os ladrões, mas sua Prefeitura cobra “caixinha” no mercado” – ele tinha banca no Mercado Municipal. A discórdia piorou quando Jânio deixou logo a Prefeitura para se candidatar ao governo estadual, com meu “apoio” e o de dona Rosa. E atingiu o ápice quando concorreu a presidente. Dele foi meu primeiro voto. Achava que tinha feito bom governo, operoso e sem escândalos, e apoiara um sucessor melhor: Carvalho Pinto.

    Plínio de Arruda Sampaio, auxiliar do novo governador, revelou que, à época, fizeram uma discreta investigação sobre possíveis irregularidades na sua administração e nada encontraram. O padrão dos anos 50 não durou até 1985, ao voltar à Prefeitura. Fez uma gestão que envergonharia o político de 30 anos antes.

    Jânio foi o primeiro grande líder popular nacional fora do establishment. Não tinha sido projetado, como Adhemar de Barros, pelo Estado Novo nem fizera carreira, como Juscelino, com políticos e partidos do âmbito varguista. Ao assumir a Presidência, aos 44 anos, era um estranho em Brasília. A renúncia levou-me a participar pela primeira vez de manifestações de rua, mas não por sua volta, e sim pela posse do vice, João Goulart, o Jango. Naquele momento ninguém entendia por que um presidente forte e popular deixara o cargo.

    É interessante que o atual debate sobre governabilidade se dê no cinquentenário da renúncia. Jânio lutou pela versão de vítima, segundo a qual sua queda foi resultado da ação de forças “terríveis” (e não “ocultas”), que o teriam impedido de governar.

    O depoimento de seu secretário de Imprensa, Carlos Castello Branco, confirmou a hipótese: Jânio não foi forçado à renuncia e a usou como arma para voltar com poderes imperiais. Confirmou também que ele não intentou chefiar uma quartelada – até recusou oferta de seus ministros militares. Passou por sua cabeça emular Charles de Gaulle, que renunciara à chefia do governo francês no após-guerra, em meio aos embates da política parlamentar, e fora chamado para presidir o país, com grandes poderes, em 1959. No Brasil, a História não se repetiu nem como farsa.

    Jânio apostou que os comandantes militares jamais aceitariam a posse de Jango, do PTB. O impasse só teria uma saída: a sua volta. Presidente e vice eram eleitos separadamente. Jango dobrara com o general Lott, candidato do PSD. Estava criado o cenário para a instabilidade e a conspiração. JQ até estimulara a chapa “Jan-Jan” – queria alguém de risco na linha de sucessão, na suposição de que as Forças Armadas jamais dariam posse a um varguista.

    De fato, os ministros militares rejeitaram Jango, que estava em Cingapura, rumo à China, em missão oficial. Enviaram um pedido de impedimento ao Congresso, que formou uma comissão mista. Veio a Campanha da Legalidade, liderada por Leonel Brizola (PTB), governador do Rio Grande do Sul. A comissão negou o impedimento e aprovou a solução parlamentarista, articulada pelo PSD. Os militares aceitaram. A manobra de Jânio se frustrara.

    A UDN, principal apoio de Jânio, era antigetulista, conservadora, formada em 1945, e sempre batida nas urnas pela aliança getulista PSD-PTB. Jânio fizera uma campanha simbolizada na vassoura do poder para varrer a corrupção em Brasília. “Varre, varre vassourinha…” Isso de faxina é coisa antiga.

    O presidente logo se afastou de parte dos que o apoiaram, mas sem formar uma base política consistente, apesar de ter nomeado ministros dos principais partidos da situação e da oposição. A maior novidade foi a “política externa independente”, com um certo afastamento dos EUA, em plena guerra fria e no calor da revolução cubana, pela qual Jânio mostrava simpatia. Começou a reatar relações diplomáticas com a União Soviética. Não se menospreze o trauma que isso representava. A violenta reação de Carlos Lacerda, o maior líder da UDN, não tardou. Jânio tinha força para articular uma base majoritária no Congresso. Preferiu o autogolpe. Fracassada a manobra, abriu caminho para a instalação da ditadura em 1964.

    Hoje o Brasil é um país institucionalmente muito mais maduro. É impensável as Forças Armadas entrarem no jogo político. E os governantes sabem que não mandam sozinhos. A saga janista constitui um caso para estudo do papel do indivíduo na História. As instituições e a vida dos brasileiros foram profundamente afetadas durante décadas pela decisão desequilibrada de uma só pessoa.

    A explicação de JQ para a renúncia enfatizou sempre a contradição até hoje invocada para justificar malfeitos: ou um governo de minoria, instável e incapaz de executar seu programa, ou um governo estável, mas que aceita lotear o aparelho de Estado entre corruptos. Era um falso dilema ontem. É um dilema falso hoje.

    EX-PREFEITO E EX-GOVERNADOR DE SÃO PAULO

  • Decepcionado says:

    Vejam só, essa questão não pode ser resolvida apenas a partir da vontade unilateral dos governantes.Pessoalmente até acho legitimo a reivindicação do alcaide de Itororó,afinal os moradores vão buscar uma série de serviços em sua cidade.
    Mas na verdade, precisamos considerar o sentimento de pertencimento da população do bandeira, é preciso fundamentalmente que em audiência pública se pergunte ao cidadão do banderia a qual municipio ele quer estar vinculado. e apartir daí se resolve a questão de forma democrática e participativa. Porém, quanto a essas duas questões, seja pra onde for o pessoal de bandeira tá “lascado”, pois o Imperador Adroaldo e o Carrasco Zenóbio (cá pra nós Zé Carlos não é coisa alguma né?) passam longe de um governo ético, sério, tranparente, democrático e participativo.
    Bem, nesse caso se o pessoal de bandeira ficar o bicho pega e se mudar o bicho come.

  • Vivian says:

    Sinceramente isto já deveria ter acontecido há muito tempo, não faz sentido o distrito de Bandeira pertencer a Itapetinga.

  • Carol says:

    Vai com Deus e já foi tarde, quem quer meia com Bandeira só o prefeito pra pegar a arrecardação

  • Antonio Luz says:

    É hora de nos mobilizarmos em favor da permanencia de Bandeira do Colonia para Itapetinga, pois sei que este governo que ai si encontra não é lá essas coisas, mas já tivemos dias de gloria e com certeza dias melhores virão, já lá do outro lado do rio não podemos esperarmos muita coisa, pois a fama é grande, todos que passaram pelo poder executivo deixaram suas marcas de maus administradores, a prova estar ai a feira, o matadouro, o mercado de carnes e ETC.
    A hora é agora, vamos dizer sim a Itapetinga e não Itororó e quem sabe irmos mais longe e sonharmos com a nossa independencia politica.Fica ai uma sujestão para os deputados que diveram votos e que conhacem a nossa história, como Rozemberg Pinto,Geraldo Simões, Daniel Almeida, Sérgio Brito e outros…

  • Um carioca itapetinguensd says:

    Sr. MILTON MARINHO, fiquei aqui ansioso por essa matéria que virá.

  • Um carioca itapetinguense says:

    Sr. MILTON MARINHO, fiquei aqui ansioso por essa matéria que virá.

  • Um carioca itapetinguense says:

    Não sou entendido do assunto, mas concordo com a leitora Vivian. Eu nunca entendi o porquê disso.

  • Tranquilo says:

    Todos os PAÍSES, ESTADOS e MUNICÍPIOS tem as suas respectivas áreas limítrofes (os seus limites / os seus territórios). O Fato de uma Cidade que pertence a um Estado se localizar perto da divisa (limite) de outro, não pode se constituir num temor de ver a sua ÁREA TERRITORIAL REDUZIDA com a perda da referida Cidade.

    Existem Cidades vizinhas que se confundem, pois elas cresceram tanto, uma ao encontro da outra, que chegaram ao ponto de serem confundidas e são divididas por uma avenida ou uma ponte sobre um rio. (Exemplos: Juazeiro – BA e Petrolina – PE, e, de diversas cidades que um lado da avenida é Brasil no outro lado é Argentina, Colômbia, etc.)

    A Capital de São Paulo cresceu tanto que abraçou diversas cidades vizinhas, todas fazendo parte da Grande São Paulo, mas nenhuma delas perdeu a sua individualidade e autonomia política).

    O Mesmo raciocínio acima se aplica ao caso do DISTRITO de BANDEIRA, localizado dentro dos LIMITES de ITAPETINGA.

    O Município de ITORORÓ já se beneficia com os habitantes de Bandeira, uma vez que estes já compram mercadorias no comércio da sua Sede, gerando impostos para Itororó arrecadar, aumentando a sua receita.

    O município de Itororó deve ficar AGRADECIDO a ITAPETINGA por ter tantos consumidores perto da sua Sede. Agora querer reduzir a área do território de Itapetinga… aí é querer demais.

    Se for assim tão fácil, então vamos requerer as cidades de MINAS GERAIS que estão localizadas nas divisas da BAHIA.

    Dito isso, não me venham com CHURUMELAS.

  • JÔNATAS FILHO says:

    Zé Carlos, tome cuidado com adroaldo amigo da onça. Se a constituição dis que o poder emana do povo, então que o povo do bandeira decida.

  • anônimo says:

    Caro amigo, venho por meio deste , dizer que faça um análise sobre os administradores que passaram por Itororó, e nenhum tiveram compromisso com essa cidade .O que deveria era Itororó passar a ser um bairro de Itapetinga.Observa como o Bandeira está se desenvolvendo a cada dia , faça nos uma visita e comprove o que estou dizendo.E antiga terra da carne do sol(Itororó),passa a ser a capital das drogas e morte .Pense bem ,o povo de Bandeira merece coisa melhor

  • anônimo says:

    Milton Marinho ,você é a esperança que nos resta para Itororó sair da miséria.Esta cidade sempre teve uma história política triste,com pessoas querendo tirar proveitos do dinheiro público.Vamos mudar com Milton vai ser diferente

  • anônimo says:

    Itororó cuide das suas drogas e esquece o Bandeira que não lhe pertence

  • Jonahtan says:

    Concordo plenamente com o leitor denominado “Tranquilo”. E ainda digo mais, não precisamos ir tão longe para vermos vários exemplos de cidades e distritos q estão em áreas limítrofes de seus municípios.

    O município de Encruzilhada tem um distrito chamado Vila Bahia q está localizado exatamente na divisa com o Estado de Minas Gerais, e é separado da cidade de Mata Verde-MG através de uma Rua. Ainda em Encruzilhada, existe um território q é povoado por algumas famílias e que está exatamente colado na cidade de Cândido Sales, sendo separados apenas pelo Rio Pardo. Quem passa ali na Rio-Bahia, com certeza vai pensar que esse povoado é um bairro de Cândido Sales.

    As sedes dos municípios de Aurelino Leal e Ubaitaba são separados somente pelo Rio de Contas. O distrito de Serra Grande, que muita gente acha q pertence a Ilhéus, está localizado dentro do município de Uruçuca (dizem que nesse caso, o município de Ilhéus doou uma parte do seu território para Uruçuca).

    Portanto, aos que acham q isso já deveria ter sido resolvido há muito tempo, devo dizer que existem questões muito além do que a gente possa pensar. Aquele distrito de Bandeira não surgiu ali por acaso, ou por vontade do município de Itororó. Com certeza, o povoado tem uma história, e essa história deve estar intimamente ligada com o município de Itapetinga.

    Por isso, antes de se pensar em uma incorporação, é necessário se fazer uma ampla discussão, verdadeiramente democrática e participativa. Ouvir a população de Bandeira do Colônia, pra tentar descobrir qual é o sentimento da maioria dos seus moradores, se eles se sentem mais itororoenses ou itapetinguenses.

    Uma outra questão é preciso ser observada: Onde será o novo limite entre os municípios? Com certeza Itapetinga não vai querer perder uma área muito grande em seu território, fazendo com que a divisa seja bem perto da cidade. Então, se Bandeira for incorporado por Itororó e vier a crescer em direção a Itapetinga, com certeza chegará logo no limite, surgindo um novo povoado do outro lado da divisa. Entenderam?

  • albergiomorais says:

    Custo acrer, que o prefeito de Itororo,tomasse tal atitude,visto que o mesmo na epoca do receseamento, o mesmo foi informado do problema de localizaçao de Sao Jose do Colonia, Sabedor do problema o mesmo nao demonstrou nem um interesse, nessa briga e agora inexplicavelmente, o cidadao que nao conhece e nem é amigo de ninguem do Bandeira.Aparece com atitudes como esta, demonstra o tamnho de sua leviandade acha ele que os moradores de Bandeira do Colonia estao interessados em ilusao, esperança vazia promessa do que nao pode e nem sabe cumprir, porque o que ele fala ninguem acredita, isso ja esta comprovado aqui dentro de Itororo.Basta Comparar com as Inauguraçoes feita neste disdro de Bandeira e as Feitas neste Municipio de Itororo.

  • Márcio says:

    Já que o Bandeira não precisa de Itororó que tal o povo daquele distrito ir para Itapetinga resolver problemas bancários, ir para a central de abastecimentos, supermercados, mortuarias, lojas de materiais de construção, escolas, lojas de calçados e confecções e coisas mais ?…Afinal, o Bandeira não precisa de Itororó para nada não é mesmo ?

  • Márcio says:

    Só leigo que não percebe que tem vários comentários efetuados por uma mesma pessoa….basta ver a forma da escrita e sentido dos comentários.
    Os comentários de Tranquilo e Jonathan são feitos pela mesma pessoa que muda de nome para dar a impressão que foi feito por mais de uma pessoa.
    O Geraldo Habib é o famoso “control c control v” – copia e cola e com forte tendência de ser o reponsável pelos comentários de Tranquilo e Jonathan.

  • Márcio says:

    Depois dessa o povo de Itororó deve estar morrendo de amores por Milton Marinho.
    A mais de 30 anos o povo de Itororó aguarda pela integração do Bandeira do Colônia para Itororó e o cara vem curar a sua dor…. contra o próprio municipio tentando fazer média com Itapetinga.
    Vai…se candidata a prefeito em Itororó que o povo do Bandeira do Colônia vai votar em você nas urnas de Itapetinga….

  • Jonahtan says:

    Desculpa te decepcionar Márcio, mas não tenho nenhuma intenção de escrever vários artigos com nomes diferentes.
    Tudo q eu escrevo aqui coloco o meu nome, pois, tenho opinião própria e estou disposto a debater com quem pensa diferente de mim, sem anonimato.

    Respeito quem não coloca o seu nome, pois, devem ter o seus motivos. Mas, no meu caso, sempre assino minhas opiniões.
    Vc deve pensar q eu e o “Tranquilo” somos a mesma pessoa, pq nossos textos são bem argumentados, e bem pontuados, bem como de fácil compreensão. Porém, sinto muito te informar que não somos a mesma pessoa. Todos os artigos escritos por mim aqui nesse site, leva o meu nome.

    Então, ao invés de tentar desqualificar quem pensa diferente de vc, coloque argumentos para defender o seu ponto de vista, pois, assim vc não será visto como um covarde.

    Até mais!!

    Jonahtan Santos Pereira (se quiser pesquisar sobre mim, esteja a vontade)

  • Márcio says:

    Caro Jonahtan, a principio admirei o seu comentário e a sua colocação pois, defendemos pontos de vistas diferentes.
    Em nenhum momento utilizei do comentário para defender ou atacar A ou B no caso Adroaldo ou Milton Marinho, tendo em vista nenhum dos 2 merecerem que pessoas civilizadas em sã conciências entrem na briga principalmente politica por nenhum deles.
    Já se foi o tempo em que pessoas brigavam com vizinhos, amigos, familiares ou desconhecidos por causas politicas pois, o politico que hoje critica, acusa e infla os seus eleitores contra o adversário amanhã estará do lado do seu oponente por motivos pessoais vide Edneu e Marcos Brito e os seus eleitores são quem saem de cara quebrada.
    Quanto ao fato de não ter sido você quem postou o comentário feito por “Tranquilo” que a principio achei bastante idêntico com o seu pela forma de digitar e na mesma linha de raciocinio lhe peço desculpas mas deixando claro que não me enquadro nessa sua colocação de “covarde” o que me levar a crer que essa sua infeliz colocação foi por um momento de excesso que as vezes nós cometemos pois, tendo em vista o seu exclarecimento e sua linha de raciocinio percebe-se que é uma pessoa educada e é perfeitamente compreensivel a sua atitude.

    Significado de COVARDE: Pessoa que não assume suas intenções e atitudes, agride quem não se defende ou não pode se defender. Usa sua força ou influência para prejudicar outros injustamente.Quem demontra espirito de covardia. Age em bando, sabendo que sua atitude não vai ser repreendida. Não diz diretamente o que pensa, faz insinuação maldosa.Pessoa sem força moral, fraca, sem personalidade ou senso de justiça. Pessoa covarde também costuma ser manipuladora.

    Obs.: A pior forma de covardia é aquela que testa sua força na fraqueza dos outros.
    Quanto a pesquisar o seu nome pode ficar tranquilo que isso não me interessa e quanto ao meu nome é apenas mais um que um dia teve que partir dessa terrinha em busca de um futuro que os governantes dessa querida cidade não souberam dar aos filhos dessa terra.

  • Jonahtan says:

    Desculpa tbm se vc se sentiu ofendido meu caro Márcio.
    Não disse diretamente q sua atitude foi covarde. Apenas dei um conselho para vc não ser visto dessa forma. Como vc mesmo disse, uma pessoa q “não diz diretamente o que pensa, faz insinuação maldosa” pode ser considerada como covarde. Portanto, só por causa disso q falei, mas não foi para te ofender. Desculpas.
    Qto aos políticos, tbm n defendi nenhum dos lados. Não estou aqui defendendo ou atacando o Milton Marinho ou Adroaldo. Nem sou de Itororó, sou de Itapetinga. Nem por isso tbm q eu defendo a permanência do distrito de Bandeira. Defendo a permanência pq o simples fato de ser colado em Itororó não justifica a sua perda, pois, como eu já disse ai em cima, existem vários exemplos de distritos petencentes a um município, q são colados em cidades ou povoados vizinhos.
    Itapetinga vai perder recursos (FPM, FUNDEB e outros), território, e, principalmente, votos. Portanto, acho meio difícil essa incorporação acontecer.
    Só a emancipação política (difícil tbm de acontecer nos próximos 10 anos) poderá tirar Bandeira do Colônia do município de Itapetinga.

  • braz c de castro se engano says:

    Amigo Milton esta e a coisa de teimoso de se procura Rio Asima vê Bandeira a onde esta agora eu tenho certeza já e Galo ino canta em
    Outro terreiro porque aqui ele sabe que quem ruge e Leão Tive sabeano que com proposta dos moradores do Rio do Meio ele não tem vez já Pesquisou já deu calundu e outra tá quereno aperta fusionário
    eu falei ISO e como laranja se aperta muxa torno dize quem planta vento cole tempestade com chuva grosa de enxorada e osso duro de Roer só tem um ano de pesadelo

  • anonimo says:

    parece que as pessoas n vem q estar falando mal de todos os moradores de ITORORO. ITAPETINGA TAMBEM TEM VIOLENCIA E MUITA [ DROGA ]

  • Braz Conceição de Castro says:

    Márcia li seu comentário discordo de muitas cozas a politica tem um lide do grupo quem não asseita ter líder tem que ser presidente de um partido só que e a mesma coisa que tem que ser humilde e buscar aliados de outros grupos.tem que entende enquanto o povo tem seu direito de escolha ate pra compra a onde que em Itororó nem um comerciante faz favor de vende nem hum outra pessoa de outro município.afinal recebe favor acredito que você já comprou em outras cidade por exemplo em Itapetinga melhor presso e prazo as vezes qualidade por exemplo Hospital você vai comparar falando em Hospital você já fez enxame de consciência pence melhor

  • Braz Conceição de Castro says:

    Amigos Itororoense amanhá 1° de Novembro, párese 1° de abril pra quem vai compra carne de Itororó observe a beleza de quem precisa demais

  • o prefeito adroaldo, nao ta dando conta da zona rural.toda zona rural esta em calamidade pedindo socorro. imagina ele ter capacidade de administra o bandeira,o adroaldo vai cuidar do seu municipio primeiro lugar.

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  • NOVAS QUENTINHAS DO BLOG
    14 de junho de 2019 | 22:06

    ELEIÇÃO SEM COLIGAÇÕES

    Com a proibição de coligações para eleição de vereadores, o vida dos pequenos partidos vai ficar difícil a partir de 2020, pois terão dificuldades para alcançar o ‘quociente eleitoral’, que é o número de votos para eleger um vereador. Com isso, a tendência é a fuga de pré-candidatos para as grandes legendas. Em Itapetinga, MDB, DEM e PSD estão bem estruturados. PDT e PSC correm atrás. PT e PR esvaziaram e têm poucas chances. O prazo para troca de legenda é 30 de março do ano que vem.

    ROSEMBERG VAI PERDER CARGOS EM ITAPETINGA

    Na nova regra de divisão de cargos do estado, estabelecida por Rui Costa, o deputado Rosemberg Pinto vai perder posições em Itapetinga para o grupo de Antônio Brito, que foi o deputado da base mais votado no município. Rosemberg chiou, mas Rui não cedeu. Assim, o grupo de Brito vai ter a preferência na escolha, indicando pessoas do seu grupo para os melhores cargos. Ciretran, Adab, SAC e Direc serão rateadas, de porteira fechada. Segundo um ‘britista’ influente, “vai faltar milho pros pintos…”

    RODRIGO FICA NO MDB

    Essa conversa de que o prefeito Rodrigo Hagge poderia se filiar a algum partido da base de Rui, é mera especulação. Rodrigo conversou sobre isso com a nossa redação e reafirmou o seu compromisso com o MDB, sigla forte e tradicional em Itapetinga, apesar do desgaste no estado. Segundo o prefeito, o 15 é seu número da sorte e jamais vai abrir mão disto. Michel Hagge concorda e dá a maior força. Mas qualquer apoio de partidos da base do governo será bem recebido.


  • 11 de maio de 2019 | 23:52

  • HOTEL HERCÍLIA PACHECO
    25 de março de 2019 | 22:23


  • 19 de março de 2019 | 12:52


  • 19 de março de 2019 | 12:38

    Resultado de imagem para sitio itororo


  • 7 de dezembro de 2018 | 00:58


  • 8 de novembro de 2018 | 20:34


  • 21 de agosto de 2018 | 23:34


  • 21 de agosto de 2018 | 23:32


  • 16 de julho de 2018 | 11:31

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