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:: 3/jul/2011 . 2:35

ITORORÓ: IRINHO LOCUTOR FICA COM MILTON MARINHO SE ADROALDO CONTRATAR RONALDO MENDES

‘Irinho locutor’ não gostou da idéia da contratação de Ronaldo 

ITORORÓ: A disputa sucessória em Itororó esquenta a cada dia, prometendo pegar fogo com a entrada do ex-petista Milton Marinho, desafeto declarado do prefeito Adroaldo Almeida, seu antigo correligionário.

Um epsódio ocorrido durante esta semana, mostra a que ponto teria chegado essa disputa entre os antigos ‘companheiros’. Comenta-se que o locutor Erisvaldo de Araújo Vieira, mais conhecido por ‘Irinho locutor’, participante de algumas campanhas históricas do PT na Bahia, como a do governador Jaques Wagner e do ex-presidente Lula, apresentador do comício final do Farol da Barra, em Salvador, estaria sendo preterido pelo prefeito Adroaldo, que pretenderia levar para o seu governo mais um representante da direita histórica de Itororó, o locutor Ronaldo Mendes.

Isto teria aumentado as queixas de setores importantes PT local contra o ‘socialista’ Adroaldo Almeida, que estaria se afastando dos antigos companheiros, que tanto batalharam para conduzí-lo ao poder. Embora o locutor Ronaldo Mendes seja considerado como uma ‘boa pessoa’, não é bem aceito pelos petistas itororoenses, pois sempre esteve do lado oposto ao PT, apresentando comícios e fazendo locução para os candidatos adversários. 

Irinho, que não é nenhum menino bobo, tratou logo de dar o troco no prefeito, com um ‘gancho de esquerda’,  mandando o seguinte recado: “Se acaso Ronaldo Mendes incorporar-se à equipe, desfilio-me do PT e saio candidato com Milton Marinho”. Comenta-se que o prefeito Adroaldo ao tomar conhecimento disto, teria desistido, na mesma hora, da idéia de contratar Ronaldo, encerrando o assunto.

Pelo andar da carruagem, essa briga ainda vai dar muito o que falar.

Da Redação

QUANDO ITAMAR RECUSOU JOSÉ SERRA PARA MINISTRO

José Serra e Itamar Franco

 

Às vésperas do impeachment do presidente Fernando Collor, acusado de corrupção, Itamar Franco, que era vice dele, começou discretamente a montar o seu futuro governo.

Sua pretensão era a de poder contar com representantes da maioria dos partidos.

Mandou Fernando Henrique Cardoso, então senador pelo PSDB, sondar Lula, presidente do PT. Queria um ministro do PT.

Lula recusou a oferta. O PT ficaria de fora. Mas sugeriu, para espanto de FHC, o nome de José Serra para ministro da Fazenda.

Itamar conversou com Serra duas vezes. Depois chamou FHC e disse:

– Não dá.

– Por que?

– Porque ele é muito preparado, muito competente, tem boas idéias, mas o que vai querer mesmo é o meu lugar.

Por Ricardo Noblat

QUANDO ITAMAR ESCOLHEU QUEM NINGUÉM IMAGINAVA

Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso

 

Uma vez que Fernando Collor foi obrigado a se afastar do cargo quando a Câmara dos Deputados aprovou a abertura do seu processo de impeachment por corrupção, Itamar Franco, o vice dele, assumiu interinamente a presidência da República no dia 2 de outubro de 1992.  

Assumiria de vez no dia 29 de dezembro depois que o Senado decretou o impeachment de Collor.

Mesmo na condição de interino, Itamar decidiu montar seu próprio governo.

A dois dias do anúncio dos nomes dos novos ministros, ele ainda não escolhera o da Fazenda – na época, o mais importante de um país que convivia com uma inflação mensal de 20%.

Havia figurões do eixo-Rio-São Paulo-Minas dispostos a aceitar um convite para o cargo. Mas o que fez Itamar?

Reunido em sua casa com amigos na noite do dia 1º, convocou para uma conversa o deputado federal do PFL Gustavo Krause, duas vezes secretário da Fazenda de Pernambuco, ex-vice-governador e ex-vereador pelo Recife.

Krause era deputado federal pela primeira vez, eleito em 1990. E estava cotado para assumir o ministério da Integração Regional.

Foi grande o susto que Krause tomou ao ouvir Itamar dizer que pensava no nome dele para ministro da Fazenda. Krause ponderou:

– Se o senhor escolhesse para o ministério da Fazenda um ilustre desconhecido, enfrentaria problemas. Imagine escolher um desconhecido que não é ilustre…

José Aparecido, ex-governador de Brasília e testemunha do encontro, saiu em defesa da nomeação de Krause. Aureliano Chavez, ex-vice-presidente da República do último governo do regime militar de 64, também.

Itamar queria um ministro da Fazenda que fosse competente, mas que não se tornasse mais importante do que ele.

Então virou-se para Krause e disse:

– Eu faço um apelo…

Krause o interrompeu:

– Presidente da República não faz apelo.

Ganhou o cargo. Que perderia depois de 75 dias.

O chamado “mercado” não engoliu a indicação de Krause. Ele foi substituído pelo economista Paulo Hadad, que durou no cargo menos tempo, e em seguida por Elizeu Rezende, que durou menos tempo ainda.

O ministro da Fazenda seguinte ficou no governo até quase o seu fim, e dali saiu para se eleger presidente da República – Fernando Henrique Cardoso.

Por Ricardo Noblat

FOI DILMA QUE DESCOBRIU O ‘MENSALÃO’ DO PR

 

 

Transcrevo do blog do jornalista Reinaldo Azevedo a propósito da reportagem da VEJA, que provocou, neste sábado, a queda da cúpula do ministério dos Transportes:  “A edição de VEJA mostra que, no último dia 24, a presidente Dilma Rousseff se reuniu com integrantes da cúpula do Ministério dos Transportes no Palácio do Planalto para reclamar das irregularidades na pasta.

Ao lado das ministras Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e MÍriam Belchior (Planejamento), ela se queixou dos aumentos sucessivos dos custos das obras em rodovias e ferrovias, criticou o descontrole nos aditivos realizados em contratos firmados com empreiteiras e mandou suspender o início de novos projetos. 

Dilma disse que o Ministério dos Transportes está sem controle, que as obras estão com os preços “inflados” e anunciou uma intervenção na pasta comandada pelo PR – que cobra 4% de propina das empresas prestadoras de serviços. A presidente também cobrou explicações sobre a explosão de valores dos empreendimentos ligados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Com planilhas e documentos sobre a mesa, Dilma elevou o tom no encontro com representantes da pasta: “O Ministério dos Transportes está descontrolado”. 

A presidente chamou de “abusiva”, por exemplo, a elevação do orçamento de obras em ferrovias, que passou de 11,9 bilhões de reais, em março de 2010, para 16,4 bilhões neste mês – salto de 38% em pouco mais de um ano. Dilma também se irritou em especial com a Valec, estatal que cuida da malha ferroviária, e com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), responsável pelas rodovias. 

O secretário-executivo do ministério, Paulo Sérgio Passos, o diretor-geral do DNIT, Luiz Antonio Pagot, e o diretor de Engenharia da Valec, Luiz Carlos Machado de Oliveira, também estavam na reunião em que Dilma mais falou do que ouviu. 

Vocês ficam insuflando o valor das obras. Não há orçamento fiscal que resista aos aumentos propostos pelo Ministério dos Transportes. Eu teria de dobrar a carga tributária do país para dar conta”, disse Dilma, quando a reunião caminhava para o fim. Ela deu o diagnóstico: “Vocês precisam de babá. E terão três a partir de agora: a Míriam, a Gleisi e eu”. 

Nas últimas semanas, VEJA conversou com parlamentares, assessores presidenciais, policiais e empresários, consultores e empreiteiros. Ouviu deles a confirmação de que o PR cobra propina de seus fornecedores em troca de sucesso em licitações, dá garantia de superfaturamento de preços e fecha os olhos aos aditivos, alvo da ira da presidente na reunião do dia 24. 

O esquema seria encabeçado pelo deputado Valdemar Costa Neto, que em 2005 foi obrigado a renunciar a uma cadeira na Câmara abatido pelo escândalo do mensalão. E também pelo ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, que aliás faltou ao encontro com Dilma alegando “compromissos pessoais”.  

Leia mais no Blog do Noblat: Propina – Cúpula do Ministério dos Transportes é afastada

APÓS ORDEM DE DILMA, MINISTRO AFASTA CÚPULA DOS TRANSPORTES

Ministro Alfredo Nascimento no olho do furacão

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, divulgou nota em que confirma o afastamento de quatro servidores da cúpula do órgão. O afastamento foi determinado pela Dilma Rousseff na manhã deste sábado. Segundo reportagem da revista “Veja”, representantes do PR, partido que comanda os Transportes, funcionários do ministério e de órgãos vinculados à pasta montaram um esquema de superfaturamento de obras e recebimento de propina por empreiteiras.

Entre os citados estão o próprio chefe de gabinete do ministro, Mauro Barbosa, o assessor do ministério, Luiz Tito, o diretor-geral do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Luiz Antonio Pagot, e o presidente da estatal Valec, José Francisco, o Juquinha. Dilma conversou com Nascimento por telefone dando a ordem.

Na nota, Nascimento diz que “rechaça, com veemência, qualquer ilação ou relato de que tenha autorizado, endossado ou sido conivente com a prática de quaisquer atos político-partidário envolvendo ações e projetos do Ministério dos Transportes”.

Leia mais na Folha: Dilma manda afastar cúpula do Ministério dos Transportes


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