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DEPUTADOS ESTADUAIS RECEBEM AUXILIO MORADIA PARA FICAR NA CAPITAL

 

Deputados baianos com residência fixa em Salvador recebem auxílio-moradia no valor de R$2.235 mensais, além de salário de R$ 20.042 e outros benefícios. O pagamento, baseado em atos da Mesa da Câmara Federal, contempla tanto parlamentares com domicílio eleitoral na capital, quanto aqueles que possuem residência fixa no interior do estado.

De acordo com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo (PDT), “a maioria esmagadora” é do interior e por isso precisa da ajuda financeira em caráter temporário. A primeira-dama do município, Maria Luiza Carneiro (PSC), seria uma das raras exceções por ter dispensado o auxílio. Além da Bahia, recebem a verba os parlamentares do Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Informações do jornal Tribuna da Bahia.

1 resposta para “DEPUTADOS ESTADUAIS RECEBEM AUXILIO MORADIA PARA FICAR NA CAPITAL”

  • Geraldo Habib says:

    AO INVES DE TOMAR NOSSAS ARMAS E NOS DEIXAR INDEFESOS, VÃO TRABALHAR E FAZER INVESTIMENTOS NA AREA DE SEGURANÇA, FECHEM NOSSAS FRONTEIRAS, EQUIPEM NOSSOS MILITARES COM ARMAS E TODA TECNOLOGIA POSSIVEL PARA SE EVITAR CONTRABANDO DE ARMA E DROGAS. DEIXEM DE QUERER NOS FAZER DE IDIOTAS.

    Veja também:
    Agilidade na indenização vai facilitar processo
    Wagner Moura será estrela de nova campanha
    Mães de Realengo pedem aula e psicólogos

    O início da campanha foi antecipado em um mês em reação à tragédia de Realengo, onde um atirador matou 12 crianças nas salas de aula de uma escola municipal, há um mês. O atirador usou armas obtidas no mercado ilegal, e o crime reacendeu o debate sobre o desarmamento e o controle ao tráfico de armas no país.

    Segundo o grupo Viva Rio, cerca de 35 parentes das vítimas são esperados no lançamento, às 10h, no Palácio da Cidade, para marcar sua adesão à campanha. A solenidade contará com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e do governador e prefeito do Rio. A campanha envolve as instâncias federal, estadual e municipal.

    “Nesta campanha, as principais novidades são que o cidadão não precisa dar nenhuma informação a seu respeito, e a arma receberá marretadas na sua frente”, diz Shelley de Botton, coordenadora de comunicação do Viva Rio, uma das ONGs engajadas na campanha.

    A legislação brasileira determina que apenas o Exército pode destruir armas, por isso o recurso ao “sistema da marretada” nos postos de recolhimento (polícias, delegacias, igrejas e sedes de ONGs), para inutilizá-las e dissipar dúvidas de que possam ser desviadas.

    A indenização não será mais depositada na conta dos voluntários, como da última vez. “Elas receberão um voucher do Banco do Brasil e poderão retirar o dinheiro no terminal de saque de qualquer agência no país”, diz Melina Rossi, diretora do Instituto Sou da Paz.

    O novo procedimento é uma reação a problemas ocorridos na última campanha. A indenização varia de R$ 100 a R$ 300, de acordo com o modelo da arma, e não se estenderá à entrega de munição, como chegou a ser aventado.

    Menos. O objetivo da campanha é tirar armas de circulação e reduzir a taxa de homicídios no país. “Já temos vários estudos sérios mostrando que a redução do número de armas em circulação tem efeito positivo sobre a redução de homicídios”, diz Risso.

    A atual campanha é a terceira realizada pelo Ministério da Justiça. Nas duas anteriores (em 2003/2004 e 2008/2009) foram entregues, respectivamente, 460 mil e 40 mil armas. No período, de acordo com o Ministério da Saúde, o número de homicídios por armas de fogo caiu 11% no país.

    O Viva Rio estima que haja cerca de 16 milhões de armas no país, das quais pouco menos da metade (7,6 milhões) pertenceriam às forças de segurança do governo, e quase metade estaria em situação ilegal.

    “Acreditamos que quanto menos armas estiverem circulando nas ruas e nas mãos de civis, menos mortes teremos”, afirma Botton, que começou a trabalhar no Viva Rio em 2003 e entregou, na primeira campanha, uma arma que seu marido havia recebido da família.

    “A sensação foi a de estar me livrando de uma coisa que só faz o mal, porque a arma só tem uma função, que é matar”, afirma. “Algumas pessoas acreditam que uma arma pode trazer mais segurança, mas procuramos mostrar que geralmente é o contrário.”

    ‘Impacto nulo’. Presidente da ONG Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa diz que a campanha “foi organizada às pressas para dar uma resposta à sociedade após Realengo” e que sua antecipação foi “oportunista”. Ele afirma que promover o desarmamento da população civil é uma maneira ineficiente de combater a criminalidade.

    “Quem entrega as armas são aposentados, viúvas, gente que tem uma arma velha em casa e não sabe o que fazer com ela”, afirma. “Não são as armas que circulam entre os criminosos, as que são vendidas ilegalmente. O impacto sobre a criminalidade vai ser nulo.”

    Barbosa diz que o governo não vai conseguir cumprir a garantia de anonimato a quem entregar as armas. Para transportá-las aos postos de recolhimento sem que se enquadrem no porte ilegal, as pessoas precisam preencher uma Guia de Trânsito (GT) na Polícia Federal, que pede seus dados pessoais.

    Risso diz que, na campanha, as GTs dispensarão a identidade das pessoas. Porém, no site da Polícia Federal, os primeiros campos a serem preenchidos no formulário disponível de GT pedem para informar nome, RG e CPF do portador.

    João Trajano Sento Sé, professor do departamento de Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), diz que países como Austrália e Inglaterra tiveram exemplos bem-sucedidos de redução de número de homicídios associado a campanhas de desarmamento.

    No Brasil, entretanto, ele aponta que o referendo de 2005 – quando a população civil optou pelo direito de poder adquirir armas – ainda conspira contra a capacidade de mobilização.

    “Acho que campanha não emplaca, porque a mobilização do plebiscito é muito recente”, afirma. Por outro lado, ele cobra as políticas de estado na área de segurança prometidas em época de campanha pela presidente Dilma Rousseff, ainda não levadas adiante.

    CLARO QUE NÃO VAI EMPLACAR, O POVO ESTA DE SACO CHEIO COM TANTA INCOMPETENCIA.

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  • 26 de março de 2022 | 01:20

  • RODRIGO TÁ FECHADO COM PEDRO TAVARES
    14 de fevereiro de 2022 | 22:34

    Outra especulação sem pé nem cabeça tenta por em dúvida o apoio de Rodrigo Hagge ao deputado Pedro Tavares (DEM), o que não tem cabimento a essa altura do campeonato. Rodrigo tem reiterado o seu apoio ao deputado Pedro Tavares, que tem desempenhado um excelente trabalho em defesa das pautas de Itapetinga na Assembleia Legislativa e junto aos órgãos governamentais, gozando da inteira confiança de Rodrigo e do grupo. Não tem concorrente à altura no município e será reeleito com grande votação. O resto é conversa besta de quem não tem informação segura e só vive de intriga…

  • RODRIGO FICA E NÃO ABRE
    14 de fevereiro de 2022 | 21:40

    Pela milésima vez, especulam sobre uma improvável candidatura do Rodrigo Hagge a deputado estadual ou federal, interrompendo o seu mandato de prefeito faltando 2 anos e 8 meses do final, que só ocorrerá em 31 de dezembro 2026. Dois fatores são determinantes para que ele continue no cargo de prefeito, sem se arriscar numa aventura que pode não dar certo: 1º – o compromisso assumido com a população durante sua campanha para prefeito: 2º – a falta de articulação para construção de bases eleitorais em outros municípios, capazes de garantir sucesso numa eleição disputadíssima para o legislativo. Rodrigo vai longe, mas pode esperar mais um pouco.

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