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O QUE FAZER?

O número de faltas ao trabalho na matriz Azaléia situa-se no patamar de 6%. Nas filias instaladas na micro-região os trabalhadores que faltam ao trabalho são 2,5%, número muito próximo da média das outras fábricas do grupo. A quantidade de atestados médicos apresentados para justificar faltas ao trabalho são absurdamente altos se comparados com a média das outras plantas da empresa.

Desaquecimento das vendas no mercado interno e um ambiente hostil no mercado externo (dificuldade de exportar 30% da produção) transformaram a matriz de Itapetinga em um grande depósito com caixas espalhadas por todo espaço útil da fábrica.

Dolar desvalorizado frente ao real, guerra fiscal entre os estados (vide Ceará com política de atração de empresas), cobrança dos acionistas por dividendos, falta de mão de obra na região para continuar expandindo a fábrica, são desafios que precisam ser enfrentados, por diretores, trabalhadores e autoridades.

A maior empresa calçadista brasileira tem uma importância vital para a nossa micro-região e a sua continuidade interessa a todos nós. Os boatos que circulam na cidade de que a Azaléia estaria de partida para a Índia ou Ceará, e que demitiria 5 mil funcionários não são verdadeiros. As dificuldades da Azaléia estão expostos neste artigo. Como podemos ajuda-la?

Por JOSÉ ELIAS RIBEIRO

18 respostas para “O QUE FAZER?”

  • LALÁ says:

    CONCORDO COM O ARTIGO. OS DEPOSITOS DA AZALEIA ESTÃO SUPERLOTADO.

  • observador says:

    Não é justificativa para as faltas dos “colaboradores” da Vulcabrás/Azaleia, mas, se os visitantes e prestadores de serviços são humilhados, tratados com desleixo e até com desconfiança quando chegam para adentrar a fábrica, imaginem como são tratados os “colaboraodres”. A humilhação deve ser tão grande que eles não estão nem aí e nem se preocupam em faltar ou colaborar com os patrões. É como vários desses “colaboradores” sempre expressam: Muitos dos chefes que vêem de fora, em seus lugares de origem não passam de pequenos serviçais, mas quando chegam em Itapetinga dão uma de todo poderoso e passam, como se estivessem com um rei na barriga, a humilhar a “baianada”.

  • Tranquilo says:

    Não queria ser prolixo, mas não tem jeito quando o assunto é palpitante e se faz necessário esclarecer alguns assuntos.

    Inicialmente, é preciso salientar que grande parte dos problemas sob comentário tem sua origem na crise que atinge todo o SETOR CALÇADISTA BRASILEIRO, por isso, os seus efeitos não atingem apenas a Vulcabras – Azaléia.

    Com o mercado cada vez mais globalizado, não existem mais fronteiras e as barreiras são frágeis, então, todas as indústrias de calçados nacionais, de alguma forma, estão sendo duramente prejudicadas com a invasão de produtos similares estrangeiros disputando nosso competitivo mercado. Nossas indústrias ainda sofrem mais, pois convivem também com as dificuldades aqui existentes conhecidas de forma resumida com o nome de CUSTO BRASIL.

    Não bastasse o Custo Brasil, o quadro de dificuldade aumenta para a Vulcabras – Azaléia porque somente ela vem sofrendo um novo custo. O CUSTO ITAPETINGA. Ou seja, alguns problemas vivenciados por essa grande indústria ou foram gerados ou estão se perdurando devido à inércia, omissão ou incompetência de representantes do poder público municipal e estadual e também pela atuação inadequada do sindicato do categoria local e de médicos que muitos sabem, venderam (ou ainda vendem) atestados médicos.

    Para se vencer uma crise nacional requer o envolvimento direto do governo federal. Mas, antes de superarmos os problemas maiores, temos que resolver primeiro os problemas menores e mais urgentes, principalmente quando a solução depende do envolvimento de atores locais.

    Para superar as dificuldades pelas quais passa a Vulcabras – Azaléia se faz necessária a elaboração de um sério e participativo plano de ação, para o qual os atores requeridos para a solução têm que abraçar a causa, se prontificarem a arregaçar as mangas e trabalhar sério para o alcance do objetivo.

    Os principais atores locais requeridos são: Administradores da fábrica; os trabalhadores, representados por um líder de cada pavilhão; o Sindicato da categoria, e representantes do setor público municipal, estadual e federal. E alguns profissionais / especialistas a serem convidados ou contratados.

    Não posso aqui detalhar, pois o texto ficaria ainda mais extenso, mas adianto que para a elaboração desse importante e urgente plano de ação, se faz necessário que administradores da fábrica e lideranças locais e regionais se conscientizem da sua necessidade e tomem a iniciativa para liderar e executar o plano. Não adianta ficarem fazendo reuniões infrutíferas, sem objetividade.

    Parece complexo, mas não é. Depende de boa vontade e comprometimento das partes, pois nada se resolve se ficarem apenas uns acusando outros.

    Finalizando, se não tiverem vontade de fazer isso agora, vamos aguardar Janeiro de 2013, logo após a posse do novo prefeito de Itapetinga, se o povo escolher certo e se a Azaléia ainda estiver por aqui.

  • BARRIGUDO says:

    É certo que os problemas precisam ser enfrentados por todos. Os diretores precisam encontrar uma maneira de enfrentar a concorrencia sem ficar culpando quem não tem culpa pela valorização do real e pela globalização. Os trabalhadores precisam entender que não é inteligente a politica de sempre querer mais vantagens trabalhistas sem olhar para a situação da fabrica que enfrenta dificuldades. As pessoas que estão no poder politico precisam se movimentar para garantir a continuação da empresa em Itapetinga neutralizando as vantagens oferecidas por outros estado que querem atrair a Azaleia. É dessa maneira que eu vejo. É uma luta deb todos.

  • Galinho says:

    Davi,
    Amaral vai ser candidato a vereador, por que ele anda falando que quer se garatir em alguma coisa, por que ele anda falando que a eleiçao de Zé Carlos é muito dificil.

  • Davi Ferraz says:

    “Galinho”, essa história do indesejável locutor e outros mamadores da marca dele dizerem que vão se candidatar a vereador não vinga, por razões muito óbvias: o apego aos salários e ‘vantagens’ é tão grande, que na hora H eles desistem, para não terem que se afastar das funções e perderem as mamatas prematuramente, ou seja, pedir demissão 6 meses antes das eleições. Outra razão é a enorme rejeição popular e a falta de bases de apoio (cabos eleitorais), que só funcionam na base do $$$$$$. Quem conhece essas repugnantes figuras sabe que eles são mesquinhos e não têm coragem de gastar um tostão na política, pois só aprenderam a tirar vantagem das migalhas que lhes são dadas pelos caciques, para fazerem o ‘serviço sujo’, antes, durante e depois das eleições. Quando perdem, são enxotados para Macarani, Itarantin, etc. Este será também o destino desse elemento, alguém duvida? Quanto à “difícil” reeleição do seu chefe, nem é preciso que ele diga, pois a cidade toda já sabe e só está esperando a hora para por fim aos seus desmandos. Esse aí, com certeza, vai para Salvador ou para o Rio de Janeiro, gastar o que ‘ganhou atrás’.

  • Caipira says:

    Tem gente que perde noite na farra e aparece na empresa com atentado medico comprado por 50,00.

  • ANONIMO says:

    ITAPETINGA PRECISA MELHORAR SUA MÃO DE OBRA CALÇADISTA E SÓ DEPOIS COBRAR ALGO, OLHEM O HISTÓRICO DOS POLOS DE ONDE VEM OUTROS FUNCIONÁRIO, É FATO, ESTAMOS EM UMA NOVA REALIDADE, O BOI SO DA DINHEIRO PRA UM ( O DONO DA FAZENDA), PORQ A ESCOLA TÉCNICA NÃO TEM UM CURSO PREPARATÓRIO PARA A AREA CALÇADISTA, TENDO NA CIDADE A REPRESENTANTE DE UMA DAS MAIORES PRODUÇÕES DA AMERICA LATINA?
    NÃO SE CRIOU NADA, SENAI PROFICIONALISANTE QUAL O INDEREÇO?
    TALVEZ SEJA ESSE O REFLEXO DOS NÚMEROS DA EMPRESA, DAVI POSTA UMA FOTO DO ARIP DA EMPRESA, QUE FICA AO LADO DO INTERRO SANITÁRIO DA CIDADE, REFLETE UM POUCO DO PREJUÍZO.
    AMO ESTA CIDADE MAIS É FATO QUE TODOS CRUZARAM OS BRAÇOS COBRANDO MELHORES CONDIÇÕES, OFERECENDO O MÍNIMO QUE A EMPRESA ESPERA.
    SENHORES DIRIGENTES DAS CIDADES, PEÇAM PRA FAZER UMA VISITA A EMPRESA EM HORIZONTE-CE.
    DESCRUZEM OS BRAÇOS INCLUSIVE O SENHOR DAVI OU VOLTARAM A MENDIGAR DO GADO!

  • Mini-Saia says:

    A esperança é a ultima que morre. Não posso acreditar que vamos ficar sem fazer nada vendo o sonho de nossas vidas que era a diversificação da economia ir pelo ralo. Não entendo a postura das lideranças municipais. Nada falam. Somente a imprensa aborda o assunto. Já é o segundo artigo de Zé alertando e a gente não observa nenhuma movimentação das autoridades para esclarecer de vez este assunto.

  • D. Dalva says:

    A Azaleia é uma benção para Itapetinga. Antigamente, os nossos jovens tinha que ir embora da nossa cidade em busca da sobrevivencia. Muitos reclamam que a Azaleia paga muito pouco aos seus funcionarios comparativamente ao que paga no Rio Grande do Sul. Só que muitas vezes uma casa oferta para Azaleia duas ou tres pessoas da mesma familia para trabalharem na fabrica. A preocupação é grande por parte das familias com relação a diminuição das atividades da Azaleia na região.

  • Paulo Certo says:

    Zé, como podemos ajudar???
    Se os governos Federal, Estadual e Municipal estão estáticos e sem ” mover uma palha” por que não podem de forma institucional fazer absolutamente nada. Imagine nós pobres mortais.
    O que mata é a inércia. Nem uma única bandeirinha estendida sinalizando que pode ser feita alguma coisa.
    Lamentável!

  • Bia says:

    De que adianta a gente se preocupar se quem deveria estar preocupado não está nem ai.

  • Marcolino says:

    Assino em baixo Bia. Quero ver quem vai ter coragem de bater na porta de nossa casa para pedir um voto. Quero passar na cara desta gente muita coisa. Quem viver verá.

  • Povão says:

    O povo tá ficando nervoso com os boatos sobre a Azaleia. É bom que alguem fale alguma coisa para o povão.

  • Maria Silva says:

    Zé tive ferias tem menos de um ano e a Azaleia colocou a gente de ferias de novo. Tô com medo de perder meu emprego na volta da ferias. Tenho muitos compromissos e não quero nem pensar em ficar sem meu emprego.

  • Coroinha says:

    Zé toma uma proviência… o povo tá apavorado. Você conversou com o chefão da Azaleia no domingo no Coroas… eu estava lá. Ajuda este povo Zé.

  • Divo says:

    Muita gente só se preocupa com os empregados da fabrica da Vulcabras e eu pergunto quem se preocupa com os terceirizados.

  • DIVO, MEU FILHO! says:

    DIVO, MEU FILHO! A AZALEIA É O TOPO DA PIRÂMIDE. RESOLVENDO O PROBLEMA DELA, OS DOS TERCEIRIZADOS ESTARÃO AUTOMATICAMENTE RESOLVIDOS.

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    14 de fevereiro de 2022 | 22:34

    Outra especulação sem pé nem cabeça tenta por em dúvida o apoio de Rodrigo Hagge ao deputado Pedro Tavares (DEM), o que não tem cabimento a essa altura do campeonato. Rodrigo tem reiterado o seu apoio ao deputado Pedro Tavares, que tem desempenhado um excelente trabalho em defesa das pautas de Itapetinga na Assembleia Legislativa e junto aos órgãos governamentais, gozando da inteira confiança de Rodrigo e do grupo. Não tem concorrente à altura no município e será reeleito com grande votação. O resto é conversa besta de quem não tem informação segura e só vive de intriga…

  • RODRIGO FICA E NÃO ABRE
    14 de fevereiro de 2022 | 21:40

    Pela milésima vez, especulam sobre uma improvável candidatura do Rodrigo Hagge a deputado estadual ou federal, interrompendo o seu mandato de prefeito faltando 2 anos e 8 meses do final, que só ocorrerá em 31 de dezembro 2026. Dois fatores são determinantes para que ele continue no cargo de prefeito, sem se arriscar numa aventura que pode não dar certo: 1º – o compromisso assumido com a população durante sua campanha para prefeito: 2º – a falta de articulação para construção de bases eleitorais em outros municípios, capazes de garantir sucesso numa eleição disputadíssima para o legislativo. Rodrigo vai longe, mas pode esperar mais um pouco.

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