lei cega

O argumento usado pela Secretária de Educação para extinguir o ‘turnão’, que vigora nas escolas há mais de 15 anos, é que a lei estabelece a jornada de 8 horas, o que tem que ser cumprido. ‘Legalista’ de conveniência, a secretária esquece que permanece como professora do município em situação irregular e ilegal, já que se licenciou do cargo de professora em pleno estágio probatório, antes mesmo de cumprir um só dia de trabalho, para assumir a coordenação da Direc. Isto sim, é uma tremenda ilegalidade e deverá ser apurado pelo MP, através de denúncia que será formalizada nos próximos dias, o que poderá representar a perda do seu emprego de professora no município. Como ela vive dizendo que “não precisa de emprego público” e que “trabalha por esporte”, vai tirar essa de letra…