Delegado e major podem ter prisões prorrogadas

 

A promotora Ediene Louzado, do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais (Gaeco), afirmou que vai avaliar se pedirá a renovação da prisão temporária dos presos na Operação Esfinge. Na operação, ocorrida na terça-feira, 13 policiais – entre eles o delegado Jackson Silva e o major da PM José Silvério de Almeida Neto – foram presos em Camacan, Sul da Bahia, acusados de acobertar esquemas de revenda de carga roubada para donos de supermercados do município e também envolvimento em homicídios.

Amanhã (hoje), vou analisar as provas do processo para identificar se vamos pedir a prorrogação de prisão que vence amanhã”. Ontem, a promotora expediu cartas precatórias para que vítimas do grupo criminoso sejam ouvidas pelos promotores do Ministério Público nas cidades de Ilhéus, Itabuna, Canavieiras e Santa Luzia, todas no Sul do estado.

Informações do Correio.