Prédios onde funcionavam o Ponto Frio e a L’áqua di Fiore

 

ITAPETINGA: O comércio de Itapetinga, que viveu um período de grande crescimento no embalo dos mais de 10 mil emprgos gerados pela Azaléia, começa a sofrer uma progressiva  retração, sob o efeito das quase 4 mil demissões que a fábrica computou, de novembro de 2010 a maio de 2011.

Lojas fechadas com placas anunciando aluguel

 

Nas principais ruas do centro comercial da cidade, inúmeras lojas fecharam as portas, fugindo dos altos preços dos aluguéis, que haviam aumentado substancialmente, a partir da chegada da indústria de calçados na região, chegando a um patamar irreal, para o nivel de vendas do comércio local.

A Loja da Vivo fechou, reabriu e voltou a fechar

 

Na rua João Pessoa, por exemplo, quase metade das lojas fecharam as portas. Algumas delas encerraram as suas atividades em caráter definitivo, como a Vivo e o Ponto Frio, enquanto outras mudaram apenas de endereço, fugindo dos altos aluguéis.

A loja da Ortobom fechou ou mudou de endereço

 

Seja qual for o motivo, o cenário é desolador e preocupante, o que demonstra que uma grave crise pode se abater sobre o comércio local, se a onda de demissões na Azaléia não for interrompida. Só nos resta torcer para que a economia local volte a se recuperar e que o nosso despreocupado prefeito não venha com aquela história de que ‘tudo não passa de terrorismo dos blogs’.

Por DAVI FERRAZ

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