ZE CARLOS COCHILANDO

No auge do seu delírio político administrativo, e na tentativa inútil de querer mostrar serviço, Zé Carlos usa os empregos que restaram na Azaléia como fator de desenvolvimento, se esquecendo de que este é o mote político do adversário, que trouxe a fábrica para Itapetinga e região, quando ele ainda rezava na cartilha do velho ACM e não passava de um mero ‘assessor de taxista’, na praça Augusto de Carvalho. Como ajudou a exterminar cerca de 18 mil empregos na região, não tem direito de se aproveitar do que restou da fábrica, mas pode se consolar, pongando nas realizações da iniciativa privada, dizendo: “foi eu qui trusse a Zema, a Americanas a farmácia e oposto de gazulina”. Será que foi excesso de etanol?