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O “OLHO GORDO” DE GERALDO SIMÕES

Ôh Boca “Santa” da zorra… Geraldo Simões deu entrevista na sua rádio ao radialista Gerdan Rosário e, tentando diminuir a Pênalti de Itabuna, afirmou que a cidade precisava de fábricas como a Azaléia de Itapetinga, que segundo ele, empregava quase 12 mil pessoas em todas as suas unidades. Uma semana depois a empresa fecha todas as unidades periféricas e deixa somente a central. Olho gordo da zorra rs rs rs (Comentário no Pimenta)

3 respostas para “O “OLHO GORDO” DE GERALDO SIMÕES”

  • Joao (Toco Preto) says:

    Itabuna vai dar um banho de BHC neste viveiro de vassoura de bruxa e depois botar as raízes dele virada pro sol como se faz para eliminar canoao.

  • A REGIÃO CACAUEIRA NÃO PODE SE ESQUECER DESTES FATOS.

    Brasil
    Terrorismo biológico

    Petistas são acusados de disseminar a praga
    que destruiu a lavoura de cacau no sul da Bahia

    Policarpo Junior

    Anderson Schneider

    Franco Timóteo, que confessa o crime: o plano era minar a influência política dos barões do cacau

    No dia 22 de maio de 1989, durante uma inspeção de rotina, um grupo de técnicos descobriu o primeiro foco de uma infecção devastadora conhecida como vassoura-de-bruxa numa plantação de cacau no sul da Bahia. A praga é mortal para os cacaueiros. Os técnicos, porém, se tranqüilizaram com a suposição de que se tratava apenas de um foco isolado. Engano. Em menos de três anos, de forma espantosamente veloz e estranhamente linear, a vassoura-de-bruxa destruiu as lavouras de cacau na região – e fez surgir um punhado de explicações para o fenômeno, inclusive a de que o Brasil poderia ter sido vítima de uma sabotagem agrícola por parte de países produtores de cacau da África, como Costa do Marfim e Gana. Reforçando, então, as suspeitas de sabotagem, técnicos encontraram ramos infectados com vassoura-de-bruxa amarrados em pés de cacau – algo que só poderia acontecer pela mão do homem, e nunca por ação da própria natureza. A Polícia Federal investigou a hipótese de sabotagem, mas, pouco depois, encerrou o trabalho sem chegar a uma conclusão. Agora, dezessete anos depois, surge a primeira testemunha ocular do caso. Ele conta que houve, sim, sabotagem, só que realizada por brasileiros.

    Em quatro entrevistas a VEJA, o técnico em administração Luiz Henrique Franco Timóteo, baiano, 54 anos, contou detalhes de como ele próprio, então ardoroso militante esquerdista do PDT, se juntou a outros cinco militantes do PT para conceber e executar a sabotagem. O grupo, que já atuava em greves e protestos organizados na década de 80 em Itabuna, a principal cidade da região cacaueira da Bahia, pretendia aplicar um golpe mortal nos barões do cacau, cujo vasto poder econômico se desdobrava numa incontrastável influência política na região. O grupo entendeu que a melhor forma de minar o domínio político da elite local seria por meio de um ataque à base de seu poder econômico – as fazendas de cacau. “O imperialismo dos coronéis era muito grande. Só se candidatava a vereador e prefeito quem eles queriam”, diz Franco Timóteo. A idéia, diz ele, partiu de Geraldo Simões, figura de proa no PT em Itabuna que trabalhava como técnico da Ceplac, órgão do Ministério da Agricultura que cuida do cacau. Os outros quatro membros do grupo – Everaldo Anunciação, Wellington Duarte, Eliezer Correia e Jonas Nascimento – tinham perfil idêntico: eram todos membros do PT e todos trabalhavam na Ceplac.

    Roberto Setton

    O fazendeiro Ozéas Gomes, que viu seu negócio murchar com a praga: “Fiquei com muita raiva”

    Franco Timóteo conta que, bem ao estilo festivo da esquerda, a primeira reunião em que o assunto foi discutido aconteceu num bar em Itabuna – o Caçuá, que não existe mais. Jonas Nascimento explicou que a idéia era atingir o poder econômico dos barões do cacau. Geraldo Simões sugeriu que a vassoura-de-bruxa fosse trazida do Norte do país, onde a praga era – e ainda é – endêmica. Franco Timóteo, que já morara no Pará em 1976, foi escolhido para transportar os ramos infectados. “Então eu disse: ‘Olha, eu conheço, sei como pegar a praga, mas tem um controle grande nas divisas dos estados’.” Era fim de 1987, início de 1988. Apesar do risco de ser descoberto no caminho, Franco Timóteo foi escalado para fazer uma primeira viagem até Porto Velho, em Rondônia. Foi de ônibus, a partir de Ilhéus. “Em Rondônia, qualquer fazenda tem vassoura-de-bruxa. Nessa primeira viagem, peguei uns quarenta, cinqüenta ramos. Coloquei num saco plástico e botei no bagageiro do ônibus. Se alguém pegasse, eu abandonava tudo.” Nos quatro anos seguintes, repetiria a viagem sete ou oito vezes, com intervalos de quatro a seis meses entre uma e outra. “Mas nas outras viagens trouxe os ramos infectados num saco de arroz umedecido. Era melhor. Nunca me pegaram.”

    Franco Timóteo conta que, quando voltava para Itabuna, entregava o material ao pessoal encarregado de distribuir a praga pelas plantações. A primeira fazenda escolhida para a operação criminosa chamava-se Conjunto Santana, ficava em Uruçuca e pertencia a Francisco Lima Filho, então presidente local da União Democrática Ruralista (UDR) e partidário da candidatura presidencial de Ronaldo Caiado. Membro de uma tradicional família cacaueira, Chico Lima, como é conhecido, tinha o perfil ideal para os sabotadores: era grande produtor e adversário político. “Chico Lima era questão de honra para nós”, diz Franco Timóteo. Foi justamente na fazenda de Chico Lima que foi encontrado o primeiro foco de vassoura-de-bruxa, em 22 de maio de 1989 – e a imagem dos técnicos, no exato momento em que detectam a praga, ficou registrada numa fita de vídeo à qual VEJA teve acesso. Como medida profilática os técnicos decidiram incinerar todos os pés de cacau da fazenda. Chico Lima ficou arruinado. Hoje, arrenda as terras que lhe restam e vive dos lucros de uma distribuidora de bebidas. Informado por VEJA da confissão de Franco Timóteo, ele lembrou que sempre se falou de sabotagem – mas de estrangeiros – e mostrou-se chocado. “Isso é um crime muito grande, rapaz. Os responsáveis têm de pagar”, disse.

    Os ataques às fazendas, todas situadas ao longo da BR-101, aconteciam sempre nos fins de semana, quando diminui o número de funcionários. O grupo tinha o cuidado de usar um carro com logotipo da Ceplac para criar um álibi: se eles fossem descobertos por alguém, diriam que estavam fazendo um trabalho de campo. “A gente chegava, entrava, amarrava o ramo infectado no pé de cacau e ia embora. O vento se encarregava do resto”, conta Franco Timóteo. Para dar mais verossimilhança a uma suposta disseminação natural da vassoura-de-bruxa, o grupo tentou infectar pés de cacau numa lavoura mantida pela própria Ceplac. Não deu certo, devido à presença de um vigia, e o grupo acabou esquecendo, no atropelo da fuga, um saco com ramos infectados sobre a mesa do escritório da Ceplac. A operação criminosa, por eles apelidada de “Cruzeiro do Sul”, desenrolou-se por menos de quatro anos – de 1989 a 1992. “No início de 1992, parou. Geraldo Simões disse que a praga estava se propagando de forma assustadora. Não precisava mais.”

    Haroldo Abrantes/Ag. A Tarde
    Beto Barata/AE

    Geraldo Simões: ascensão política depois da sabotagem Everaldo Anunciação: cargo no governo federal

    Os sabotadores nunca foram pegos, mas deixaram muitas pistas. “Encontramos provas de que houve sabotagem em várias fazendas”, conta Carlos Viana, que trabalhava como diretor da Ceplac quando a praga começou a se disseminar. Ele se lembra do saco plástico esquecido sobre a mesa do escritório da Ceplac numa das lavouras – e isso o levou, inclusive, a acionar a Polícia Federal para investigar a hipótese de sabotagem. “Uma coisa eu posso garantir: os focos não foram acidentais”, diz Viana, que deixou o órgão e tem hoje uma indústria de óleo vegetal. Um relatório técnico e oficial, elaborado pela Ceplac logo no início das investigações, chegou a considerar a hipótese de que produtores do Norte do país teriam levado a vassoura-de-bruxa para as plantações da Bahia – mas movidos por “curiosidade ou ignorância”. O relatório afirma que a chegada à Bahia da Crinipellis perniciosa, nome científico do fungo causador da vassoura-de-bruxa, “não pode ser atribuída a agentes naturais de disseminação”. VEJA consultou Lucília Marcelino, pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Brasília, para saber se a história contada por Franco Timóteo seria viável. “Sob o ponto de vista técnico, sim”, diz ela.

    A sabotagem produziu um desastre econômico. Derrubou a produção nacional para menos da metade, desempregou cerca de 200.000 trabalhadores e fez com que o Brasil, então o segundo maior produtor mundial de cacau, virasse importador da fruta. Um estudo da Universidade Estadual de Campinas, elaborado em 2002, estima que a devastação do cacau na Bahia provocou, nos últimos quinze anos, um prejuízo que pode chegar à astronômica cifra de 10 bilhões de dólares. Mas, na mesquinharia política dos sabotadores, o plano foi um sucesso. Em 1992, no primeiro pleito depois da devastação, Geraldo Simões elegeu-se prefeito de Itabuna pelo PT – e presenteou os quatro companheiros de sabotagem com cargos em sua gestão. Everaldo Anunciação foi nomeado secretário da Agricultura – cargo que deixaria dois anos depois, sendo substituído por Jonas Nascimento, o outro petista sabotador. Wellington Duarte, também membro do grupo da sabotagem, ficou como chefe-de-gabinete do prefeito. E Eliezer Correia ganhou o cargo de secretário de Administração e Finanças. Como não pertencia ao PT, Franco Timóteo não ganhou cargo algum na prefeitura. Em 1994, com o recrudescimento de suspeitas de que a vassoura-de-bruxa fora uma sabotagem, ele resolveu deixar Itabuna e mudar-se para Rondônia. O prefeito lhe deu um cheque de 250.000 cruzeiros reais (o equivalente a 800 reais hoje) para ajudar nas despesas da viagem – paga, para variar, com dinheiro público. A operação consta da contabilidade da prefeitura, em que está registrada sob o número 2 467, e informa que o beneficiário era mesmo Franco Timóteo, mas, providencialmente, não há processo descrevendo o motivo do pagamento. “É estranho. Se havia algum processo, sumiu”, diz o atual prefeito, Fernando Gomes, do PFL.

    Anderson Schneider

    Francisco Lima, ex-presidente da UDR, foi a primeira vítima: de barão a vendedor de cerveja

    Nos últimos anos, Franco Timóteo tem sido assaltado pelo remorso do crime que cometeu. Um dos atingidos era seu parente. Silvano Franco Pinheiro, seu primo, tinha uma empresa de exportação de semente de cacau que chegou a faturar 30 milhões de dólares por ano. “Perdi tudo”, conta Pinheiro, que, há seis anos, ouviu a confissão de Franco Timóteo. “Falei para ele sumir da cidade porque seria morto”, conta o primo. Para expiar sua culpa, Franco Timóteo também fez sua confissão para outro fazendeiro, Ozéas Gomes, que chegou a produzir 80.000 arrobas de cacau e empregar 1.400 funcionários – e hoje mantém ainda um padrão confortável de vida, mas emprega apenas 100 funcionários, A produção caiu para 15.000 arrobas. “Quando ouvi a história, fiquei com muita raiva. Mas, depois, ele explicou que não tinha idéia da dimensão do que fazia…” No fim do ano passado, Franco Timóteo confessou-se ao senador César Borges, do PFL baiano e plantador de cacau. “A história dele tem muitos pontos de veracidade diante do que a gente sempre suspeitou ter acontecido”, diz o senador. O governador Paulo Souto, cujos familiares perderam tudo devido à vassoura-de-bruxa, também ouviu uma confissão de Franco Timóteo. O senador e o governador, porém, decidiram ficar em silêncio, segundo eles para evitar a acusação de exploração política.

    Os acusados desmentem categoricamente qualquer envolvimento na sabotagem e dizem até que nem sequer conhecem Franco Timóteo. “Nunca vi esse louco”, diz Geraldo Simões, que, no governo Lula, ganhou a presidência da Companhia das Docas da Bahia, da qual se afastou agora para concorrer a deputado federal pelo PT. “Essa história toda é fantasiosa”, diz Eliezer Correia, que continua cuidando de cacau e hoje é chefe de planejamento da Ceplac, em Itabuna. “É um absurdo”, diz Wellington Duarte, que, no atual governo, foi promovido a um dos chefões da Ceplac em Brasília. Everaldo Anunciação, que foi nomeado para o cargo de vice-diretor da Ceplac, diz que não liga o nome à pessoa. Jonas Nascimento – demitido a bem do serviço público na década de 90, voltou numa função comissionada, em 2003, no Centro de Extensão da Ceplac em Itabuna – é o único que admite conhecer Franco Timóteo, mas nega a história. Talvez seja o único a contar um pedaço da verdade. Ouvido por VEJA, o publicitário Ithamar Reis Duarte, ex-secretário de Meio Ambiente na gestão do petista Geraldo Simões, conta que essa turma toda – Franco Timóteo e os petistas – é de velhos conhecidos. “Era um grupo que se reunia sempre para planejar ações”, diz ele, que participou de alguns encontros. “Fazíamos reuniões até no meu escritório. Se alguém negar isso, estará mentindo.”

  • ESTA AÇÃO AINDA NÃO FOI TRANSITADA E JULGADA. MUITA AGUA AINDA VAI CORRER DEBAIXO DAS PONTES DO SÃO CAETANO, DA CONCEIÇÃO, E NOS SEQUEIROS DO PITU. UM DIA VOCE PAGA PELO QUE FEZ FILHO DO CÃO.

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  • 29 de julho de 2020 | 21:45


  • 29 de julho de 2020 | 21:40

  • NÃO DISCRIMINE QUEM TESTOU POSITIVO
    10 de julho de 2020 | 22:27

  • OPOSIÇÃO APOSTA NA PANDEMIA: “QUANTO PIOR, MELHOR”
    12 de junho de 2020 | 20:57

    Em Itapetinga, a oposição entrou em desespero e aposta todas as suas fichas no agravamento da pandemia, pra ver se consegue tirar proveito da situação. É a política do “quanto pior, melhor”. Mas as coisas não funcionam bem assim, como imaginam os nossos incansáveis ‘porras loucas’ do PT e agregados. Basta ver os altos índices de popularidade do prefeito de Salvador, ACM Neto, e do próprio Rui Costa, apesar dos números alarmantes da Covid-19 na capital e no estado, para entender que a atuação responsável do gestor é o que define, e não os números É bom ter cuidado com o efeito bumerangue, também conhecido lei do retorno. Vai que…

    RODRIGO SEM ADVERSÁRIO

    Mais que essa barulheira de baixo nível da oposição, propagada em programas fuleiros de rádio e blogs de baixo nível, o que se esperava das oposições de Itapetinga era emplacar um bom candidato, para disputar, em condições de igualdade, com o prefeito Rodrigo Hagge. Nem isso a oposição conseguiu e sonha em voltar à prefeitura, por milagre da Covid. Rodrigo segue absoluto e deve impor mais uma derrota vergonhosa a essa turma de malucos, com as mãos nas costas.

    RUSGAS ANTIGAS CONTINUAM NO PT

    As rusgas criadas na gestão petista entre os correligionários de Zé Carlos, continuam mais vivas do que nunca. Podem até se juntar os cacos, por questão de sobrevivência, mas não unem, nem somam. O fator de desunião ainda é o temperamento desagregador de Zé “Pandemia”, uma especie de marionete de Rosemberg Pinto, cuja ficha não caiu e ainda não percebeu que a fila andou. Vai passar vergonha de novo!

  • ESQUERDA DE ITAPETINGA NÃO EMPLACA CANDIDATO
    6 de junho de 2020 | 11:07

    Por mais que o PT e partidos que se dizem de ‘esquerda’ tentem emplacar um candidato para disputar a prefeitura de Itapetinga contra o franco favorito Rodrigo Hagge (MDB), a coisa só anda pra trás, feito caranguejo. No seu perfil no Instagram, o cacique da esquerda local, Rosemberg Pinto (PT), chegou a anunciar que o nome do ex-prefeito Zé Carlos Moura estaria definido, mas coube ao próprio Zé Carlos desmentir, categoricamente: “Eu não falei pra ninguém que vou ser candidato”. Pagou mal e deixou a esquerdinha local com as calças na mão.

    DR. SILVIO QUEIMOU O FILME

    Candidato de si próprio e de um partido insignificante em Itapetinga, o PP, Dr. Silvio Macedo cuidou de enterrar o seu nome, depois do lamentável episódio ocorrido na tarde de ontem no HCR, quando teria negado atendimento a uma paciente com suspeita de Covid-19, com direito a barraco e polícia no local. Silvio, que é coordenador do Pronto Socorro e provedor da Santa Casa, queimou o filme com o eleitorado e com a direção da Fundação José Silveira, que não aprovou a sua atitude. As redes sociais fizeram uma arraso e sepultaram o nome do pré-candidato.  Dizem que nem pra vice emplaca mais.

    DIREITA X ESQUERDA

    Pela direção que a política local tomou nos últimos tempos, as eleições em Itapetinga vão repetir o quadro nacional, com DIREITA X ESQUERDA. Com viés de direita, o prefeito Rodrigo Hagge vem embalado para a disputa, depois de uma gestão eficiente, moderna e equilibrada. À esquerda, a velha política fracassada do PT, sob o comando de um deputado ausente e perseguidor, que usa seus aliados locais apenas para garantir uma base, com vista à sua própria eleição de deputado, daqui a 2 anos. Seu favorito, Zé Carlos, é desagregador e não tem o consenso nem dentro de casa. Perde feio, pois o eleitorado local é conservador e já foi devidamente vacinado contra políticos de esquerda.

  • TARUGÃO PEDIU, O SAC ABRIU
    18 de maio de 2020 | 20:18

    A partir desta-segunda (18), o Ponto SAC de Itapetinga foi reaberto pela Secretaria de Administração da Bahia e funcionará mediante agendamento. O pedido para reabertura do órgão foi protocolado pelo atuante vereador Tarugão (MDB), nas barbas dos vereadores ligado ao governador, cuja estratégia torcer contra e cruzar os braços para atrapalhar a gestão municipal, mesmo sacrificando os interesses da população de Itapetinga. Tarugão capitalizou bem e os governistas perderam pontos importantes junto ao eleitorado. Hê turma ruim de serviço…

  • FOI MEXER LOGO COM OS ‘MANOS’…
    15 de maio de 2020 | 21:16

    Depois de instigar um pequeno grupo de moradores do 12 de dezembro para protestar contra a instalação de um hospital de retaguarda da Covid-19, blogueiro condenado do PT tá colhendo o que não esperava: a revolta dos ‘manos’ da redondeza. Vejam o que rolou nos grupos do zap hoje: “Eu tava conversando com uma moradora do Brogodó agora… Ela disse que os manos lá do bairro disseram que a polícia ficou lá um dia todo e que ninguém apareceu pra fazer tumulto sobre o hospital de campanha… Que só era o cabeludo que tava colocando pilha e que se a polícia ficasse lá de guarda atrapalhando a correria dos manos que o cabeludo que ia cair na ripa”. Bate não, manos…

  • ESTADO SEM GRANA PRA PAGAR SALÁRIOS
    13 de maio de 2020 | 17:43

    Os servidores públicos do estado continuam sob o risco de não serem pagos nos próximos meses. Após o governador falar sobre o assunto nas últimas semanas, agora foi o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, que sinalizou o risco, durante entrevista para o programa Isso é Bahia, da Rádio A Tarde FM, e para o Bahia Notícias, nesta quarta-feira (13). “O risco existe se a situação não continuar controlada como ela está no momento”, afirmou o secretário. Comprando respiradores por 180 mil e máscaras por 16 reais só pode estar descontrolado mesmo!

  • LOCUTOR DO PT PROPÕE “VIDA DE GADO” PARA PACIENTES DO COVID-19
    11 de maio de 2020 | 19:48

    A quantidade de cargas d’água vomitadas diariamente pelos locutores do programa dos ‘condenados‘ na Rádio Jornal, parece não ter fim. Hoje, um deles propôs que o prefeito colocasse os pacientes de Covid-19 no Parque de Exposições, para ajudar seu coleguinha que não quer os pacientes no PSF do 12 de dezembro, onde se esconde. O argumento simplório do locutor é preconceituoso e discriminatório, pois trata os pacientes de Coronavírus como verdadeiros leprosos, que devem ficar distantes da sociedade, em local estruturado para receber animais. Lembram da música do Zé Ramalho? “Ôôô vida de gado, gente marcada…”

  • RUI CONFESSA QUE QUEBROU A BAHIA
    11 de maio de 2020 | 19:21

    Rui Costa anda mandando recados pela imprensa adestrada dele, dizendo que as finanças do estado vão de mal a pior e que só garante pagar em dia os salários dos servidores nos próximos dois ou três meses. O alerta do petista soou como uma espécie de ‘confissão de culpa’ pelo fracasso do seu governo, na gestão das finanças públicas do estado, sem poder atribuir culpa a adversários, pois o PT já governa a Bahia há mais de 13 anos. Deu atestado de incompetência!

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