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CONQUISTA: RAUL FERRAZ DEIXA O PMDB DEPOIS DE 40 ANOS

Raul Ferraz deixou o PMDB para assumir o PPS de Vitória da Conquista

Após quarenta anos o advogado Raul Ferraz, ex-prefeito de Vitória da Conquista e deputado federal por vezes, deixou o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). “Depois de quarenta anos, e não vinte. Vinte eu passei de decepção com o partido, agora também recompensado com vinte anos de orgulho pelo MDM, pelo PMDB de Ulisses Guimarães, de lá pra cá o partido decaiu, eu digo decaiu porque um partido que não lança candidato, o maior partido do país que não lança candidato a presidente da república esse partido não merece confiança”, disse Ferraz em entrevista ao Blog do Anderson no início da tarde dessa segunda-feira (12). Segundo Ferraz, tanto a nível federal como estadual o PMDB estava inviável para ele.

Apesar de ter boas relações com o radialista Herzem Gusmão, presidente do PMDB de Vitória da Conquista, o ex-deputado confessou que ficou muito desconfortável e se sentia inútil dentro da legenda e sem oportunidade de diálogo. “Sou muito amigo de Roberto Freire, que é presidente do PPS, e ele vem dizendo, há mais de um ano que nós temos conversado sobre isso, para eu assumir o PPS aqui. Isso não foi feito antes porque eu não queria sair do PMDB, mas tudo chega a uma conclusão e a conclusão que eu cheguei é que a melhor forma que possa transformar o meu conhecimento de politica, da cidade para ajudar companheiros a formar um programa de governo foi entrar num partido que merece toda a confiança”,relatou.

Ainda de acordo com Raul, que agora é o presidente municipal do Partido Popular Socialista (PPS), o PPS terá candidato próprio a prefeito nas próximas eleições de 2012. Mais de cinco nomes já estão em discussão, inclusive o seu.

5 respostas para “CONQUISTA: RAUL FERRAZ DEIXA O PMDB DEPOIS DE 40 ANOS”

  • Jonahtan says:

    Com todo o respeito à história política de Raul Ferraz, mas, eleição se ganha com voto. E isso (voto), Raul já não tem há muito tempo. Serve muito bem como um conselheiro, ou até mesmo como um vice, mas não tem muito peso político, apesar de toda sua história.

  • GERALDO HABIB says:

    DOS PIORES, ESTE ME PARECE MAIS COERENTE. O FREIRE, É UM HOMEM DE CONDUTA ILIBADA, E PODE PELO MENOS CRITICAR ESTA CORJA QUE FAZ DESTE PAIS O QUINTAL DA CASA DE MÃE JOANA. A CARA DA PRESIDENTA NA ENTREVISTA À GLOBO NO “FANTASTICO” QUE TENTAVA COM TODAS AS FORÇA TORNA-LA MENOS INTRAGAVEL, FOI UMA UMA FESTA. A GRANDE OBRA DA GERENTONA DA FAXINA QUE JA NÃO EXISTE, FOI A DE DAR REMEDIOS. PARA OITO MESES DE GOVERNO É UM POUCO DE MAIS NÃO ?

  • GERALDO HABIB says:

    DEMOROU ! ESTE PARTIDO QUE EU ME LEMBRE, MUITO POUCA GENTE, ACHO QUE CONTADOS NÃO DA UMA MÃO CHEIA DE HOMENS DE CARATER. ESTA COISA DE FICAR INCENSANDO ULISSES GUIMARÃES, TANCREDO NEVES, É COISA DE GENTE QUE QUER TAPAR O SOL COM A PENEIRA. O LADO PODRE DESTE PARTIDO FISILOGISTA É TRISTE E SEMPRE IMPÕE A ESTE PAIS AS SUAS MAZELAS EM NOME DE UMA GOVERNABILIDADE CHEIA DE MARACUTAIS E ARMAÇÕES. A FAXINA IA BEM, ATÉ A HORA QUE ESTAS RATAZANAS DE PALACIO BOTARAM A BOCA NO TROBONE. BURACO TEM MAIS É MAIS EMBAIXO PT. E FERNANDO COLLOR DE MELLO, FOI POSTO PARA FORA POR CONTA DE UM FIAT ELBA. ESTE PAIS É UMA PIADA.

  • GERALDO HABIB says:

    ENCONTREI A PALAVRA CERTA PARA ESPECIFICAR O “POPULISTA”

    Assunto: Fwd: QUE COISA! – Genial!!

    QUE COISA! – Genial!!

    Coisa
    A palavra “coisa” é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
    A natureza das coisas: gramaticalmente, “coisa” pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma “coisificar”. E no Nordeste há “coisar”: “Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?”.
    Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as “coisas” nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. “E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios” (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em Pernambuco, “coisa” também é cigarro de maconha.
    Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: “Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já.” E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
    Na literatura, a “coisa” é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
    Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de “a coisa”. A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz:”Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!”.
    Devido lugar: “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (…)”. A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro.”Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca.” Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
    Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta “Alguma coisa acontece no meu coração”, de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
    Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
    Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem “Coisinha de Jesus”.
    Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, “coisa nenhuma” vira “coisíssima”. Mas a “coisa” tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré (“Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar”), e A Banda, de Chico Buarque (“Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor”), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou. Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: “Coisa linda / Coisa que eu adoro”.

    Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o “rei” das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.

    Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal,”são tantas coisinhas miúdas”). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade (“ô coisinha tão bonitinha do pai”). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. “Esse papo já tá qualquer coisa…Já qualquer coisa doida dentro mexe.” Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: “Alguma coisa está fora da ordem.”

    Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.

    A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: “Agora a coisa vai.” Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!

    Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: “Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente.” E, no verso do poeta, “coisa” vira “cousa”.

    Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.

    Mas, “deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida”, cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: “amarás a Deus sobre todas as coisas”.

    COMENTARIO PESSOAL : E ODIARAS O PT E ESTA COISA PELO RESTO DE SUA VIDA.

    ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA?

  • GERALDO HABIB says:

    ESTE´PARTIDO (PMDB) SEMPRE TEVE EM SEUS QUADROS ESTES LADRÕESINHOS. MAIS UM MINISTRO DESTE GOVERNO SINDICALISTA DESMORALISADO.

    Christiane Samarco, João Domingos e Marta Salomon
    BRASÍLIA – Em uma conversa na manhã desta quarta-feira, 14, envolvendo o ministro do Turismo, Pedro Novais, e as lideranças do PMDB, ficou decidido que o PMDB não mantém mais apoio à permanência de Novais na pasta, e que o ministro entrega nesta quarta a carta de demissão à presidente Dilma Rousseff.

    Veja também:

    Procuradoria vai investigar gastos de Pedro Novais

    Pedro Novais é foco de denúncias desde o início da gestãoDesde que assumiu a pasta, em janeiro, Novais virou foco constante de denúncias. Na última, publicada nesta quarta pelo jornal Folha de São Paulo, o Planalto soube que o ministro usa um servidor da Câmara, Adão dos Santos Pereira, como motorista particular da mulher dele, a aposentada do serviço público Maria Helena de Melo.

    Adão servia no gabinete de Novais, quando ele era deputado federal pelo PMDB do Maranhão. Quando deixou o cargo para assumir o Turismo, o motorista foi transferido, em um jogo cruzado de favores políticos e fisiológicos comum no Congresso, para o gabinete do deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA) – Novais e Escórcio são aliados incondicionais do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

    Nesta terça-feira, 13, reportagem da Folha de S.Paulo mostrou que o ministro teria usado dinheiro da Câmara para pagar o salário da governanta de seu apartamento em Brasília. Em nota da assessoria, o ministro afirmou que ela era lotada no seu gabinete de deputado até dezembro de 2010. Seu trabalho era dar “apoio administrativo ao deputado e aos outros funcionários”, afirmou.

    O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou que poderão ser investigadas as suspeitas e que o episódio, por se tratar de suposto caso de improbidade, não é protegido pelo foro privilegiado. “Eu vi apenas a notícia divulgada na imprensa, mas isso vai se somar a toda aquela série de procedimentos que já se encontram no Ministério Público”, afirmou.

    Crises. A denúncia de pagamento irregular surge pouco mais de um mês depois da operação da Polícia Federal que denunciou o desvio de recursos do ministério. Ao todo, 36 pessoas foram presas, oito delas integrantes da pasta. Novais também ficou marcado pela denúncia feita pelo Estado, em dezembro de 2010, de que pediu à Câmara o ressarcimento por despesas em um motel de São Luís (MA).

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